Recorde mundial, sempre é recorde mundial, mas quando ele vem com uma mensagem de cidadania, tem muito mais valor, ainda mais nestes tempos em que vivemos.

Última prova feminina da ISL hoje, as americanas Olivia Smoliga de costas (55.6), Lilly King de peito (1:02.40), Kelsi Dahlia de borboleta (54.79) e Erika Brown fechando de livre (51.73) marcaram 3:44.52 apagando o recorde de 3:45.20 da equipe vencedora do Duel in The Pool em 2015.

A equipe era do Cali Condors e com a vitória no 4×100 medley garantiu o poder de escolha do nado que será disputado na prova de skins fechando o segundo dia da Super Final da ISL amanhã. Várias provas de revezamento na ISL tem tido tempos abaixo dos recordes mundiais, mas não podem ser homologadas por conta da formação das equipes ser feita por nadadores de diferentes países. Não foi o caso desta vez.

E a cidadania onde está? Na foto abaixo, as quadro, Olivia, Lilly, Kelsi e Erika decidiram posar para a foto com máscaras. Uma mensagem importante e de grande influência no momento atual. A Europa bateu hoje recorde de mortes em um só dia, Estados Unidos vivendo a segunda onda e até mesmo nós no Brasil lidando com aumentos exponenciais nos casos. A máscara é mais do que um instrumento, é uma mensagem para que todos sigamos neste combate a Pandemia.

Vale ainda destacar que do time recordista mundial de 2015, apenas Kelsi Dahlia se manteve no time. A nadadora é treinada pelo brasileiro Arthur Albiero na Universidade de Louisville.

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