Preparando a mudança de retorno para os Estados Unidos, a gente encontra algumas pérolas. Ontem, ao folhear uma revista de 2016, pós Jogos Olímpicos do Rio, encontrei três imagens que publico abaixo e valem o registro.

 

 

Incrível a imagem das vitórias de Katie Ledecky que praticava o “isolamento social” em distanciamentos recordes perante suas adversárias nas provas de fundo. Nunca ninguém foi tão dominante, tão impressionante sobre seus oponentes na história da natação olímpica. Passados quatro anos, Ledecky continua a ser a maior fundista da atualidade, ainda mais assegurada a condição de melhor da história, só que fica difícil acreditar que tal distanciamento volte a acontecer. As coisas ainda estão desiquilibradas, mas a diferença, agora é menor.

 

 

Quem imaginava que Katinka Hosszu poderia ser batida por Maya Dirado nos 200 metros costas. Foi a primeira e única vez que a Dama de Ferro foi batida pela americana e a diferença de seis centésimos está bem expressada no rosto da americana que se despedia do esporte ali mesmo e da frustração de Hosszu que ainda nada, mas não deve estar nestes 200 costas em Tóquio.

 

 

Por fim, a imagem do consolo de Michael Phelps ao chorão Caeleb Dressel. Aos 21 anos de idade,  na sua primeira Olimpíada, Dressel ganhava sua primeira medalha olímpica, fez parte do revezamento americano campeão do 4×100 metros nado livre e abrindo uma nova era, a era Dressel para se tornar hoje, de forma absoluta e incontestável, no maior nadador do planeta.

Como diz a fantástica Cora Coralina, “Estamos todos matriculados na escola da vida, onde o mestre é o tempo”.

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