36 milhões de dólares, este foi o orçamento da WADA para executar todos os seus programas de controle e gestão de doping no mundo em 2019. O presidente da entidade, o polonês Witold Banks, está pedindo para os contribuidores um aumento para poder seguir na luta contra o doping no esporte.

A WADA não tem propriamente geração de recursos, vive diretamente das contribuições. No total, 36.062.704 dólares foram arrecadou em 2019. Destes, 17 milhões 335 mil e 527 dólares vieram do Movimento Olímpico e Paralímpico. O restante, 18 milhões 727 mil e 177 dólares dos mais de 200 países que participam das competições internacionais.

Estados Unidos com 2 milhões 513 mil e 651 dólares é o maior contribuidor entre todos países. O Brasil deu 367.043 dólares. China é a segunda a contribuir mais com 1,4 milhões de dólares.

Durante o período da Pandemia, a WADA investiu no processo de inteligência e segue acompanhando os atletas globalmente. Neste período, equipes de testes evitaram transporte público e vôos. Um outro investimento está sendo feito em uma nova forma de coleta. O chamado “dried blood” já está em testes na Alemanha e Estados Unidos em testes voluntários. O novo sistema deve ser mais econômico e poderá já estar em funcionamento até os Jogos Olímpicos do próximo ano.

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