Hoje, 16 de abril de 2020, faz 13 anos que perdemos Maria Lenk. Em 16 de abril de 2007, quando tinha 92 anos, ela fez o seu roteiro habitual. Estava no treinamento matinal e viu sua pressão subir até se sentir mal. Foi levada para o Hospital Copa D’Or em Copacabana onde faleceu no início da tarde. Sofreu um aneurisma com rompimento da aorta torácica e hemorragia levando a uma parada cardíaca.

Faltavam poucos meses para a abertura do Complexo Maria Lenk que ela conheceu ainda em obras e serviu como sede dos Jogos Pan Americanos de 2007, dos Jogos Olímpicos de 2016 e hoje se configura no principal complexo aquático do país.

Maria Lenk foi a primeira atleta olímpica da América do Sul, a primeira nadadora brasileira a quebrar um recorde mundial e ainda a primeira a ingressar no International Swimming Hall of Fame. Se fosse viva, Maria Lenk teria hoje 105 anos.

Outras referências na história aquática:

1991 – Nasceu no Texas, Catherine Michele Meili, Katie Meili, integrante do time americano nos Jogos do Rio 2016 onde conquistou duas medalhas, ouro no 4×100 metros medley nadando nas eliminatórias e bronze nos 100 peito com 1:05.69. Aposentada desde o ano passado, Meili já havia deixado o esporte para tentar a vaga para o time olímpico dos Estados Unidos.

1992 – Nasceu em Meza, no Arizona, a nadadora americana Breeja Larson, integrante do time olímpico de 2012 onde ficou em sexto lugar nos 100 peito e nadou as eliminatórias do 4×100 metros medley que terminou com a medalha de ouro.

1997 – Nasceu em Montreal, no Canadá, Naomy Hope Grand’Pierre, a primeira nadadora olímpica da história do Haiti. Haiti foi o último país a se filiar a FINA e Naomy estreou no Pan de 2015 em Toronto e depois nos 50 livre dos Jogos do Rio 2016 terminando em 56o lugar no s50 livre com 27.46.

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