Um levantamento está circulando entre treinadores internacionais e que aponta um total de 943 nadadores com marcas de 57 países obtiveram o índice A exigido pela FINA e COI para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Entre os 57 países, o Brasil aparece na 11a colocação com um total de 25 nadadores com índices, sendo 22 homens e 3 mulheres com marcas atingidas.

Estes 943 não representam 943 nadadores diferentes, pois muitos obtiveram índices em mais de uma prova. O levantamento contabiliza todas as competições válidas pela FINA desde que o período determinado pela entidade entrou em vigor em março de 2019.

Os Estados Unidos é o líder da lista com um total de 233 marcas atingidas, 100 pelos homens e 133 pelas mulheres. Pela ordem seguido por Austrália, Japão, Rússia, China, Itália, Grã-Bretanha, Hungria, Canadá e França, até o Brasil. Estamos a frente de Alemanha, Espanha, Holanda, África do Sul, Dinamarca, Suécia, Ucrânia, Polônia e Grécia completando o top 20 da lista.

Por prova, os 200 metros medley masculino com 47 e os 1500 livre feminino com 54 são as provas com maior número de atletas com as marcas A da FINA/COI. A prova com menor nadadores com marcas é os 400 livre masculino com 15 e os 400 medley feminino com 18.

Vale destacar que pela FINA/COI o número de vagas disponível para os Jogos Olímpicos de Tóquio na natação é de 878 nadadores. Serão chamados pela ordem os nadadores com marcas A, seguidos por revezamento e atletas de Universalidade. Os últimos a serem chamados, e se forem chamados, serão os nadadores com marcas B. A tendência é cada vez maior de que um número pequeno, quase que inexpressivo de nadadores com marca B ganharão vagas olímpicas.

 

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