O americano Conor Dwyer, medalhista de bronze dos 200 metros nado livre no Rio 2016, é o quarto nadador a entrar na lista dos punidos por doping entre os que subiram ao pódio na última Olimpíada.

Dwyer foi suspenso por 20 meses por ter testado três vezes no final do ano passado para asteróide anabólicos em pellets inseridos no seu quadril. Logo após o anúncio da suspensão, Dwyer anunciou sua aposentadoria em postagem do Instagram, mas sem jamais registrar remorso ou inclusive citar o caso de doping.

Duas vezes campeão olímpico do 4×200 livre, Londres 2012 e Rio 2016, mais o bronze dos 200 livre do Rio 2016, colocam Dwyer junto de outros três nadadores que subiram ao pódio na Olimpíada e já tiveram punição por doping:

Sun Yang da China, ouro nos 200 livre e prata nos 400 livre
Testou positivo em 2014 para Trimetazidine, um remédio para o coração, foi suspenso por três meses.

Yulia Efimova da Rússia, prata nos 100 e 200 peito
Testou positivo em 2013 para DHEA e em 2015 e 2016 outras três vezes para Meldonium. Na análise ficou constatado que a presença da substância era residual, ainda da época que não fazia parte da lista proibida.

Ryan Lochte dos Estados Unidos, ouro no 4×200 livre
Retornou em julho depois de 14 meses de suspensão pela USADA por ter feito infusão de vitaminas no seu organismo acima do nível permitido pela regulamentação.

Outra medalhista olímpica do Rio 2016, Madeline Groves foi prata pela Austrália no 4×100 medley e após a Olimpíada ela perdeu três testes surpresa. Entretanto, a FINA reviu o seu caso e considerou o terceiro teste perdido como irregular, não punindo a nadadora.

Veja aqui todos os detalhes do caso do doping de Conor Dwyer:
casoConorDwyer

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