“Falso positivo”, esta é expressão que se usa para quando um nadador apresenta resultado positivo numa primeira análise anti-doping e, depois de aberto o processo para o painel de doping e acaba inocentado. Foi o que aconteceu com a holandesa Kira Toussaint, atleta que representou o Minas Tênis Clube no Troféu Brasil do ano passado e que estava afastada voluntariamente aguardando a decisão do Painel de Doping.

Toussaint testou positivo na Copa do Mundo de Beijing em novembro do ano passado. No resultado inicial, foi indicada a presença da substância Tulobuterol. Imediatamente quando foi comunicada, Toussaint iniciou a chamada suspensão voluntária se afastando dos treinamentos e competições, inclusive o Mundial de Piscina Curta em Hangzhou, na China, onde estava inscrita.

No processo de análise e no painel de doping foi identificada a presença de 0.000000001 gramas de outra substância que incorretamente foi apontada como Tulobuterol. Toussaint é asmática e tem autorização para o uso da “bombinha”, mas com substância autorizada pela WADA.

Kira Toussaint tem 24 anos de idade, é atual recordista nacional da Holanda nos 100 metros costas em piscina longa (59.80) e nos 50 metros costas (26.04) e 100 metros costas (55.92) em piscina curta. Ela é filha de dois nadadores, o pai, Huuis Toussaint é um famoso e reconhecido pesquisador da natação mundial e a mãe, Jolanda de Rover, foi campeã olímpica dos 200 metros costas nos Jogos de Los Angeles em 1984.

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