Resumo da eliminatória do quarto dia do Troféu Maria Lenk 2016 com 100 livre masculino, 200 borboleta feminino e 200 peito masculino.

100 livre masculino –

Cesar Cielo. Trofeu Maria Lenk de Natacao, realizado no Centro Aquatico Olimpico. 18 de abril de 2016, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Satiro Sodré/ SSPress

Cesar Cielo. Trofeu Maria Lenk de Natacao, realizado no Centro Aquatico Olimpico. 18 de abril de 2016, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Satiro Sodré/ SSPress

Uma manhã rápida, a mais rápida da história para os 100 livre masculino do Brasil em Troféus Maria Lenk. Tivemos cinco nadadores na casa dos 48 segundos.
O melhor foi Marcelo Chierighini com 48.20 seguido de Nicolas Oliveira 48.30. Os dois, a partir de agora, são os donos provisórios das duas vagas dos 100 livre. As duas vagas restantes para o 4×100 livre estariam neste momento com João de Lucca com os 48.59 feitos esta manhã e os 48.71 de Matheus Santana, estes feitos no Open em dezembro. Matheus, hoje nadou para 49.30 terminou na sétima colocação empatado com o argentino Federico Grabich e Pedro Spajari. Um tríplice empate que só foi não necessário ser nadado pela saída de Cesar Cielo da prova. Cielo nadou para 48.97 e optou por não disputar a final. Com isso, Cielo termina com o sétimo tempo contabilizando as duas seletivas e está oficialmente fora do 4×100 livre.
A surpresa desta manhã foi a boa performance de Gabriel Silva Santos do Pinheiros, nadador de 20 anos e que baixou quase um segundo dos seus 49.74 para 48.89, sua primeira vez abaixo dos 49 segundos.
Na final B, Bruno Fratus ficou com o segundo tempo 49.70 ao seu lado Felipe Ribeiro 49.66 e Alan Vitória, este que tinha feito 48.96 em dezembro, agora nadou para 49.80.

200 borboleta feminino –

Joanna Maranhao. Trofeu Maria Lenk de Natacao, realizado no Centro Aquatico Olimpico. 18 de abril de 2016, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Satiro Sodré/ SSPress

Joanna Maranhao. Trofeu Maria Lenk de Natacao, realizado no Centro Aquatico Olimpico. 18 de abril de 2016, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Satiro Sodré/ SSPress

Joanna Maranhão foi o melhor tempo da manhã com 2:11.76 em prova sem qualquer dificuldade ou adversária. Aliás, o adversário de Joanna nesta prova é o relógio. O índice é 2:09.33, cinco centésimos a menos do que o recorde brasileiro e sul-americano de Joanna batido no Pan do ano passado.
Depois de Joanna, a melhor foi a argentina Virginia Bardach com 2:14.95 e a chinesa Shuang Li com 2:18.28. A melhor brasileira foi Maria Luiza Pessanha com 2:20.27.

200 peito masculino –

Tales Cerdeira. Trofeu Maria Lenk de Natacao, realizado no Centro Aquatico Olimpico. 18 de abril de 2016, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Satiro Sodré/ SSPress

Tales Cerdeira. Trofeu Maria Lenk de Natacao, realizado no Centro Aquatico Olimpico. 18 de abril de 2016, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Satiro Sodré/ SSPress

A grande e grata surpresa da manhã foi ver Tales Cerdeira alcançar o índice para os Jogos do Rio 2016. Nadou para 2:10.99, algo que ele não fazia, e nem chegava perto, há algum tempo. O melhor de Tales no ano passado foi 2:14.13. Revendo os melhores de Tales desde os Jogos de Londres :
2012 -2:09.77
2013 – 2:11.16
2014 – 2:11.49
2015 – 2:14.13
Tales nadou com parciais de 29.37, 1:02.53 (33.16) 1:35.94 (33.41) e 2:10.99 (35.05).
Em busca do índice de 2:11.66, agora o Brasil tem Tales com a primeira vaga e Thiago Simon com os 2:11.29 feitos no Open em segundo.
Nas eliminatórias da manhã, Thiago Pereira foi o segundo com 2:12.13, Felipe Lima em terceiro 2:12.78, o japonês Ippei Miyamoto 2:12.81 e Felipe França 2:13.31. Thiago Simon, único classificado até hoje, entrou com o oitavo tempo 2:15.49, alongando e guardando o seu melhor para a final.
Na final de hoje vão estar quatro três nadadores que já disputaram esta prova em Olimpíadas: Tales que foi nono em 2012, Thiago Pereira 19o em 2008, e Henrique Barbosa 19o em 2012 e 30o em 2008.

5 respostas
  1. Sergio
    Sergio says:

    A natação é um dos esportes mais visados e concorridos do mundo (assim como o atletismo). Se quiser medalhar em Olimpíada, não basta ser ótimo, tem de ser espetacular. Até agora, não houve nada espetacular dos nadadores brasileiros.

    Responder
  2. Realidade
    Realidade says:

    Eu nao consigo entender como o Cielo fala o ano inteiro que o objetivo e’ os 50 L e o revezamento, ai o cara nada pra 48.9, morre no final, sai da final, e ainda fala que achou que foi bom e foi dentro do esperado. Como assim? Nao faz sentido nenhum e nao tem coerencia nenhuma tudo isso.

    De resto, tambem nao acho que esse revezamento tenha melhorado nada. Nenhum dos 4 melhoraram os tempos. Mateus Santana preocupa. Bruno Fratus (que eu sei que nem pegou o revezamento) tambem preocupa.

    Responder

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