A FINA emitiu uma nota oficial a todas as Federações Nacionais com a interpretação da regra que proíbe a utilização da virada de crawl com movimentos submersos na posição de decúbito ventral utilizados por Ryan Lochte no último Campeonato Mundial em Kazan.

A nota apenas confirma o que a Best Swimming já havia publicado há duas semanas quando o assunto foi discutido entre os árbitros que atuaram no Campeonato Mundial Júnior em Singapura. A interpretação é baseada na utilização dos estilos borboleta, costas, peito e crawl no medley sendo que cada um deve ocupar 1/4 da prova, sendo o crawl distinto dos demais nados.

Uma outra interpretação também foi incluída na nota que fala da saída escapada que deve ser observada e confirmada por dois árbitros. A interpretação inclui a utilização do chamado “video timing system”, quando estiver disponível, que foi usado nas eliminatórias dos 400 livre masculino em Londres 2012. Na época, o sul-coreano Tae Hwan Park foi “salvo” pelo sistema depois de ter sido desclassificado por uma irregularidade que não cometeu.

Confira aqui na íntegra a nota oficial da FINA (em inglês):

Interpretation_SW_4.49.1_07092015

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