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segunda-feira, julho 24, 2017

Resumo eliminatórias dia 2

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Campeonato Mundial de Desportos Aquaticos. Duna Arena. 24 de Julho de 2017, Budapeste, Hungria. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

100 costas feminino –
Dez nadando abaixo do minuto, três abaixo do 59. Melhor tempo foi para a canadense Kylie Masse, líder do ranking mundial de 2017 (58.21) fazendo 58.62 depois do melhor parcial com 28.75. Katinka Hosszu caiu na água só para se manter ativa, nadou para 58.80, fez o segundo tempo da prova, mas não nada a semifinal. O melhor de Katinka é 58.45 do ouro olímpico no ano passado. Terceira nadadora de 58 foi a australiana Emily Seebohm com 58.95.
Tempo de classificação para a semifinal foi 1:00.59 da ucraniana Daryna Zevina.

100 costas masculino –
Dois para 52, sete para 53, e o resto para 54. Melhor tempo foi do chinês Jiayu Xu, líder do ranking mundial de 2017 (51.86) passeando com 52.77. Matt Greevers dos Estados Unidos foi o segundo com 52.92. Quem passeou muito também foi o outro americano, Ryan Murphy, atual campeão olímpico e recordista mundial da prova (51.85) com 53.26, mas com parciais de 26.33 e 26.93.
Guilherme Guido empatou com o atual campeão mundial, o australiano Mitchell Larkin, 53.72. Para entrar na semifinal, 54.51 do russo Kliment Kolesnikov. O polonês Radoslav Kawecki sobrou em 17o com 54.52.

100 peito feminino –
Um belo duelo a vista. Três nadadoras na casa do 1:05, Lilly King dos Estados Unidos 1:05.20, Yulia Efimova da Rússia 1:05.60 e Ruta Meilutyte da Lituânia 1:05.81.
Para entrar na semifinal, 1:07.43 da canadense Kierra Smith.

200 livre masculino –
Sun Yang está bem, mais uma vez dominou e classificou tranquilo com o único sub 1:46 das eliminatórias. Marcou 1:45.78, 44 centésimos a frente de James Guy da Grã-Bretanha. Para entrar na semifinal, 1:47.40 foi o tempo de dois nadadores, o egípcio Marwan El-Kamash e do austríaco Felix Aubock. Deveríamos ter um desempate, mas Aubock abriu mão da disputa e El-Kamash ganhou a vaga.

1500 livre feminino –
Sem Leah Smith, a campeã americana da prova que foi cortada no congresso, apenas Katie Ledecky nadou abaixo dos 16 minutos vencendo as eliminatórias com 15:47.54. A espanhola Mireia Belmonte depois de um primeiro dia péssimo, passou com o segundo tempo 16:05.37. Kristel Kobrich do Chile entrou com o sexto tempo 16:17.28. Final da prova acontece amanhã.

Galeria FINA de imagens do dia 1

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Outra galeria de fotos do primeiro dia de finais do Mundial de Budapeste, esta pela Deep Media

Blue, companhia contratada pela FINA.

As barreiras quebradas nos 100 livre feminino

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Veja abaixo as barreiras superadas, a cada segundo desde a quebra do minuto nos 100 livre feminino o quanto tempo tem demorado para o próximo segundo ser derrubado.

Primeiro sub 1:00 – Dawn Fraser da Austrália 59.9 em 1962
Primeiro 58 – Dawn Fraser 58.9 em 1964, 2 anos
Primeiro 57 – Kornelia Endler da Alemanha Oriental 57.61 em 1973, 9 anos
Primeiro 56 – Kornelia Ender da Alemanha Oriental 56.96 em 1974, 1 ano
Primeiro 55 – Kornelia Ender da Alemanha Oriental 55.73 em 1976, 2 anos
Primeiro 54 – Barbara Krause da Alemanha Oriental 54.98 em 1980, 4 anos
Primeiro 53 – Inge de Brujin da Holanda 53.80 em 2000, 10 anos
Primeiro 52 – Libby Trickett da Austrália 52.88 em 2008, 8 anos
Primeiro 51 – Sarah Sjoestroem da Suécia 51.71 em 2017, 9 anos

Progressão histórica recorde mundial 100 livre feminino

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Sarah Sjoestroem da Suécia se tornou na nova recordista mundial dos 100 livre, a primeira a quebrar a barreira dos 52 segundos. Veja a progressão da marca desde o distante 1908.

RECORDE Recordista Nationality Date Location
1:35.0 Martha Gerstung Alemanha 18/10/1908 Magdeburg, Alemanha
1:26.6 Claire Guttenstein Bélgica 02/10/1910 Schaerbeek, Bélgica
1:24.6 Daisy Curwen Grã-Bretanha 29 /09/1911 Liverpool, Grã-Bretanha
1:20.6 Daisy Curwen Grã-Bretanha 10/06/1912 Birkenhead, Grã-Bretanha
1:19.8 Fanny Durack Austrália 9/07/1912 Stockholm, Sweden
1:18.8 Fanny Durack Austrália 21/07/1912 Hamburg, Alemanha
1:16.2 Fanny Durack Austrália 6/02/1915 Sydney, Austrália
1:14.4 Ethelda Bleibtrey Estados Unidos 23/08/1920 Antwerp, Bélgica
1:13.6 Ethelda Bleibtrey Estados Unidos 25/08/1920 Antwerp, Bélgica
1:12.8 Gertrude Ederle Estados Unidos 30/06/1923 Newark, New Jersey, Estados Unidos
1:12.2 Mariechen Wehselau Estados Unidos 19/07/1924 Paris, França
1:10.0 Ethel Lackie Estados Unidos 28/01/1926 Toledo, OH, Estados Unidos
1:09.8 Eleanor Garatti Estados Unidos 7/08/1929 Honolulu, Hawaii
1:09.4 Albina Osipowich Estados Unidos 25/08/1929 San Francisco, Estados Unidos
1:08.0 Helene Madison Estados Unidos 14/03/1930 Miami Beach, Estados Unidos
1:06.6 Helene Madison Estados Unidos 20/04/1931 Boston, Estados Unidos
1:06.0 Willy den Ouden Holanda 9/07/1933 Antwerp, Bélgica
1:05.4 Willy den Ouden Holanda 24/02/1934 Amsterdam, Holanda
1:04.8 Willy den Ouden Holanda 15/04/1934 Rotterdam, Holanda
1:04.6 Willy den Ouden Holanda 27/02/1936 Amsterdam, Holanda
1:04.5 Dawn Fraser Austrália 21/02/1956 Sydney, Austrália
1:04.2 Cocky Gastelaars Holanda 3/03/1956 Amsterdam, Holanda
1:04.0 Cocky Gastelaars Holanda 14/04/1956 Schiedam, Holanda
1:03.3 Dawn Fraser Austrália 25/08/1956 Townsville, Austrália
1:03.2 Lorraine Crapp Austrália 20/10/1956 Sydney, Austrália
1:02.4 Lorraine Crapp Austrália 25/10/1956 Melbourne, Austrália
1:02.0 Dawn Fraser Austrália 1/12/1956 Melbourne, Austrália
1:01.5 Dawn Fraser Austrália 18 /02/1958 Melbourne, Austrália
1:01.4 Dawn Fraser Austrália 21/07/1958 Cardiff, Grã-Bretanha
1:01.2 Dawn Fraser Austrália 10/08/1958 Schiedam, Holanda
1:00.2 Dawn Fraser Austrália 23/02/1960 Sydney, Austrália
1:00.0 Dawn Fraser Austrália 23/10/1962 Melbourne, Austrália
59.9 Dawn Fraser Austrália 27/10/1962 Melbourne, Austrália
59.5 Dawn Fraser Austrália 24/11/1962 Perth, Austrália
58.9 Dawn Fraser Austrália 29/02/1964 Sydney, Austrália
58.9 Shane Gould Austrália 30/04/1971 London, Grã-Bretanha
58.5 Shane Gould Austrália 8/01/1972 Sydney, Austrália
58.25 Kornelia Ender Alemanha Oriental 13/07/1973 East Berlin, East Alemanha
58.12 Kornelia Ender Alemanha Oriental 18/08/1973 Utrecht, Holanda
57.61 Kornelia Ender Alemanha Oriental 8/09/1973 Belgrade, Socialist Federal Republic of Yugoslavia
57.54 Kornelia Ender Alemanha Oriental 9/09/1973 Belgrade, Socialist Federal Republic of Yugoslavia
57.51 Kornelia Ender Alemanha Oriental 4/07/1974 Rostock, East Alemanha
56.96 Kornelia Ender Alemanha Oriental 19/08/1974 Vienna, Austria
56.38 Kornelia Ender Alemanha Oriental 14/03/1975 Dresden, East Alemanha
56.22 Kornelia Ender Alemanha Oriental 26/07/1975 Cali, Colombia
55.73 Kornelia Ender Alemanha Oriental 1/06/1976 East Berlin, East Alemanha
55.65 Kornelia Ender Alemanha Oriental 19/07/1976 Montréal, Canada
55.41 Barbara Krause Alemanha Oriental 5/07/1978 East Berlin, East Alemanha
54.98 Barbara Krause Alemanha Oriental 20/07/1980 Moscow, Soviet Union
54.79 Barbara Krause Alemanha Oriental 21/071980 Moscow, Soviet Union
54.73 Kristin Otto Alemanha Oriental 19 /08/1986 Madrid, Spain
54.48 Jenny Thompson Estados Unidos 1/09/1992 Indianapolis, Estados Unidos
54.01 Jingyi Le China 5/09/1994 Rome, Itália
53.80 Inge de Bruijn Holanda 28/05/2000 Sheffield, Grã-Bretanha
53.77 Inge de Bruijn Holanda 20 /09/2000 Sydney, Austrália
53.66 Libby Lenton Austrália 31/03/2004 Sydney, Austrália
53.52 Jodie Henry Austrália 18/08/2004 Athens, Grécia
53.42 Libby Lenton Austrália 31/01/2006 Melbourne, Austrália
53.30 Britta Steffen Alemanha 2 /08/2006 Budapest, Hungria
52.88 Libby Trickett Austrália 27/03/2008 Sydney, Austrália
52.85 Britta Steffen Alemanha 25/06/2009 Berlin, Alemanha
52.56 Britta Steffen Alemanha 27/06/2009 Berlin, Alemanha
52.22 Britta Steffen Alemanha 26/07/2009 Rome, Itália
52.07 Britta Steffen Alemanha 31/07/2009 Rome, Itália
52.06 Cate Campbell Austrália 2/07/2016 Brisbane, Austrália
51.71 Sarah Sjöström Suécia 23/072017 Budapest, Hungria

 

 

Húngaro para aquáticos

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Chico Buarque em seu livro “Budapeste” resume que o “húngaro é a única língua que o diabo respeita”. Radical ou não, estamos falando num idioma de 14 vogais, 27 consoantes, palavras longas, sons anasalados, cheio de acentos e letras conjugadas.

O húngaro é uma das 24 línguas oficiais da União Européia, falada por 13 milhões de pessoas e tem origem do idioma Urálico

Aprender húngaro é um desafio. Assim, vamos aproveitar o início da natação no Mundial de Budapeste para uma lista rápida de palavras que podem e devem ser mencionadas nos próximos dias.

Antes disso, temos algumas curiosas como:
“Bunda”, casaco de pele.
“Kurva”, prostitua.
“Piroska”, chapeuzinho vermelho.
“Puszi”, beijinho de rosto.

Világbajnokság – Campeonato Mundial

Os estilos
Gyorsúsás – livre
Pillangóuszás – borboleta
Mellúszás – peito
Hátúszás – costas
Donto – revezamento
Vegyes úszás – medley
Úszószámok – eventos

Outros
Competição – verseny
Piscina – medence
Medalha – érem
Ouro – arany
Prata – ezust
Bronze – bronz
Recorde – rekord ou csúcs
Recordista – rekorder
Recorde mundial – világcsúcs
Campeão – baknok
Nadador – uszó
Natação – úszás
Aquecimento – bemelegítés
Raia – palya ou sáv
Podio – pódium
Vencer – gyozelem
Perder – veszit

Para chegar, e para sair, assim como no italiano temos o “Ciao”, no húngaro é “Szia”. Ou seja, Szia para todos vocês.

Guilherme Guido entra para a semifinal dos 100 costas

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Guilherme Guido. Campeonato Mundial de Desportos Aquaticos. Duna Arena. 24 de Julho de 2017, Budapeste, Hungria. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

Guilherme Guido foi o representante único do Brasil na eliminatória de hoje e fez a sua parte. Nadou para 53.72, sétimo tempo das eliminatórias e passou para a semifinal.

Nos parciais, Guido passou forte 25.97 e voltou 27.75. Nas declarações pós-provas, diz que tentou fazer o parcial que vai repetir na semifinal, onde tentará voltar mais rápido. Isso se explica o crescimento de Mitchell Larkin, australiano atual campeão mundial que passou atrás do brasileiro, mas fechou melhor e tocou junto, empatando e juntos vencendo a terceira série da prova.

Guilherme Guido. Campeonato Mundial de Desportos Aquaticos. Duna Arena. 24 de Julho de 2017, Budapeste, Hungria. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

O melhor nas eliminatórias foi o chinês Jiayu Xu com um bem nadado 52.77. Ainda tivemos mais um 52 com o americano Matt Greevers com 52.92. O 16o tempo para entrar na semifinal ficou para o russo Kliment Kolesnikov com 54.51.

Nas eliminatórias, a melhor passagem foi do chinês Xu e seus 25.45. A melhor volta foi do americano Ryan Murphy com 26.93 ficando em quarto com 53.54. Murphy passeou 26.33 e 26.93.

Guilherme Guido. Campeonato Mundial de Desportos Aquaticos. Duna Arena. 24 de Julho de 2017, Budapeste, Hungria. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

Esta é a terceira semfiinal na carreira de Guillherme Guido em Mundiais. A segunda na prova dos 100 costas. Seu melhor resultado foi nos 100 costas do Mundial de Kazan quando terminou em 14o lugar.

Veja o resultado completo da prova:
Resultado100costasmasc

Segundo dia de eliminatórias em Budapeste

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Guilherme Guido. Campeonato Mundial de Desportos Aquaticos. Duna Arena. 24 de Julho de 2017, Budapeste, Hungria. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

Fotos de Satiro Sodré da SSPress direto de Budapeste, segundo dia de eliminatórias.

Cenas do primeiro dia de Mundial do Nemzeti Sports da Hungria

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Principal jornal esportivo húngaro Nemzeti Sports traz a sua galeria de imagens do primeiro dia de finais.

Imagens da FINA dia 1 do Mundial

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Deep Blue Media, empresa contratada pela FINA, e suas fotos da primeira etapa do Mundial de Budapeste.

Galeria internacional do dia 1 de finais

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Fotos de Mike Lewis no site da SwimSwam acompanhando o primeiro dia de finais da natação do Mundial de Budapeste.

Foi a 20a medalha da natação brasileira em Mundiais, 33 no total

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Revezamento 4x100 livre, medalha de prata. Campeonato Mundial de Desportos Aquaticos. Duna Arena. 23 de Julho de 2017, Budapeste, Hungria. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

Brasil agora soma 33 medalhas nos esportes aquáticos, sendo:
20 da natação
13 das águas abertas

Das 33 medalhas
12 de ouro
8 de prata
13 de bronze

12 MEDALHAS DE OURO
Ricardo Prado – natação/400m medley – Guayaquil (Equador)/1982
Cesar Cielo – natação/50m livre – Roma (Itália)/2009
Cesar Cielo – natação/100m livre – Roma (Itália)/2009
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/25km – Xangai (China)/2011
Cesar Cielo – natação/50m borboleta – Xangai (China)/2011
Felipe França – natação/50m peito – Xangai (China)/2011
Cesar Cielo – natação/50m livre – Xangai (China)/2011
Poliana Okimoto – maratona aquática/10km – Barcelona (Espanha)/2013
Cesar Cielo – natação/50m borboleta – Barcelona (Espanha)/2013
Cesar Cielo – natação/50m livre – Barcelona (Espanha)/2013
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/25 km – Kazan (Rússia)/2015
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/25km – Balaton (Hungria)/2017

8 MEDALHAS DE PRATA

Felipe França – natação/50m peito – Roma (Itália)/2009
Poliana Okimoto – maratona aquática/5 km – Barcelona (Espanha)/2013
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/10km – Barcelona (Espanha)/2013
Ana Marcela Cunha, Allan do Carmo e Diogo Villarinho – maratona aquática/ equipe 5 km – Kazan (Rússia)/2015
Nicholas Santos – natação/ 50 m borboleta – Kazan (Rússia)/2015
Etiene Medeiros – natação/ 50 m costas – Kazan (Rússia)/2015
Thiago Pereira – natação/ 200 m medley – Kazan (Rússia)/2015
Revezamento 4×100 livre masculino – Gabriel Santos, Marcelo Chierighini, Cesar Cielo, Bruno Fratus – Budapeste/2017

13 MEDALHAS DE BRONZE
Rômulo Arantes Jr – natação/100m costas – Berlim (Alemanha)/1978
Gustavo Borges – natação/100m livre – Roma (Itália)/1994
Fernando Scherer, André Teixeira, Teófilo Ferreira e Gustavo Borges – Natação/revezamento 4x100m livre – Roma (Itália)/1994
Poliana Okimoto – maratona aquática/5km – Roma (Itália)/2009
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/5km – Barcelona (Espanha)/2013
Poliana Okimoto, Allan do Carmo e Samuel de Bona – maratona aquática/prova por equipe – Barcelona (Espanha)/2013
Felipe Lima – natação/100m peito – Barcelona (Espanha)/2013
Thiago Pereira -natação/200m medley – Barcelona (Espanha)/2013
Thiago Pereira – natação/400m medley – Barcelona (Espanha)/2013
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/10 km – Kazan (Rússia)/2015
Bruno Fratus – natação/ 50 m livre – Kazan (Rússia)/2015
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/10km – Balaton (Hungria) 2017
Ana Marcela Cunha – maratona aquática/5km – Balanton (Hungria) 2017

Por modalidade
Natação
8 de ouro
5 de prata
7 de bronze
Total 20 medalhas

Águas abertas
4 de ouro
3 de prata
6 de bronze
Total 13 medalhas

Todos os recordes quebrados no Mundial de Budapeste

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Joanna Maranhao. Campeonato Mundial de Desportos Aquaticos. Duna Arena. 23 de Julho de 2017, Budapeste, Hungria. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

TODOS OS RECORDES DO MUNDIAL DE BUDAPESTE

1 RECORDE MUNDIAL
100 livre feminino
Sarah Sjoestroem da Suécia 51.71 quebrando o recorde anterior de Cate Campbell da Austrália 52.06 no ano passado.

3 RECORDES DE CAMPEONATO
400 livre feminino
Katie Ledecky dos Estados Unidos nas eliminatórias 3:59.06 recorde anterior Katie Ledecky dos Estados Unidos, Mundial Kazan 2015 3:59.13.

400 livre feminino
Katie Ledecky dos Estados Unidos na final 3:58.34 quebrando os 3:59.06 das eliminatórias.

100 peito masculino
Adam Peaty da Grã-Bretanha 57.75 quebrando a marca dele mesmo 58.18 do Mundial de Kazan, 2015.

2 RECORDE MUNDIAL JÚNIOR
50 borboleta masculino
Andrii Khloptsov da Ucrânia 23.31 recorde anterior de Li Zhuhao da China de 2015, Campeonato Chinês.

100 peito masculino
Nicolo Martinneghi da Itália 59.33 quebrando a marca dele mesmo 59.37 do Europeu Júnior deste ano.

2 RECORDE ASIÁTICO
50 borboleta masculino
Joseph Schooling de Singapura nas eliminatórias 23.05 recorde anterior Joseph Schooling de Singapura, Mundial Kazan 2015 23.25.

50 borboleta masculino
Joseph Schooling de Singapura na semfiinal 22.93, recorde anterior das eliminatórias 23.05.

1 RECORDE DA OCEANIA
100 borboleta feminino
Emma Mckeon da Austrália igualou a marca de 56.23 de Jessicah Schipper no Mundial de Roma, 2009.

3 RECORDE DAS AMÉRICAS
100 peito masculino
Kevin Cordes dos Estados Unidos 58.64 recorde anterior 58.74 dele mesmo na seletiva deste ano em Indianápolis.

100 livre feminino
Mallory Comerford dos Estados Unidos 52.59 quebrando a marca da campeã olímpica Simone Manuel 52.70 na vitória do Rio 2016.

4×100 livre feminino
Estados Unidos 3:31.72 quebrando a marca de 3:31.89 da Olimpíada do Rio.


2 RECORDE SUL-AMERICANO

200 medley feminino
Joanna Maranhão do Brasil 2:11.24 recorde anterior 2:12.12 dela mesmo no Mundial de Roma, 2009.

4×100 livre masculino
Gabriel Santos, Marcelo Chierighini, Cesar Cielo e Bruno Fratus do Brasil 3:10.34 quebrando o recorde de 3:10.80 do Mundial de Roma, 2009.

Programa e destaques do segundo dia de eliminatórias

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Campeonato Mundial de Desportos Aquaticos. Duna Arena. 23 de Julho de 2017, Budapeste, Hungria. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

Madrugada de provas desta segunda-feira, a partir das 4:30 da manhã no SporTV, são apenas cinco provas e presença de somente um brasileiro, Guilherme Guido nadando os 100 costas.

100 costas feminino –
Prova sem brasileiras inscritas, são seis séries com a canadense Kylie Masse com o melhor tempo de inscrição 58.21. É a segunda prova na competição de Katinka Hosszu que nada na quinta série raia 4.

100 costas masculino –
Cinco séries, presença do brasileiro Guilherme Guido que nada na 3a série raia 5 ao lado do atual campeão mundial Mitchell Larkin da Austrália. Guido está balizado com os 53.10 que fez no ano passado e nada em busca de finalmente quebrar a barreira dos 53 segundos. O melhor tempo de inscrição é do atual recordista mundial e campeão olímpico Ryan Murphy dos Estados Unidos com 51.85.

100 peito feminino –
Seis séries, outra prova sem brasileiras. O duelo Lilly King e Yulia Efimova só nas semifinais ou final, na eliminatória, a americana está na 5a série e russa na 6a. Do lado de Efimova, a lituana Ruta Meilutyte, agora treinando em seu país. Ausência sentida da jamaicana Alia Atkinson que optou ficar de fora do Mundial e voltar a competir no circuito da Copa do Mundo.

200 livre masculino –
Prova sem brasileiros, oito séries na disputa. O campeão dos 400 livre, o chinês Sun Yang volta a piscina para a sua segunda prova. Chad Le Clos está na 7a série, mas o rumor na piscina era de que o sul-africano não iria nadar a prova.

1500 livre feminino –
São três séries, Katie Ledecky nada a última. A prova que em 2020 será olímpica reúne 22 atletas. A espanhola Mireia Belmonte, que falhou nas duas provas que disputou neste domingo, nada ao lado de Ledecky.

Previsão para encerramento das eliminatórias por volta das 06:48 da manhã.

Resumo das finais 1o dia

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Campeonato Mundial de Desportos Aquaticos. Duna Arena. 23 de Julho de 2017, Budapeste, Hungria. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

400 livre masculino –
Primeira distribuição de medalhas do Mundial 2017 era para ser um revanche dos 400 livre do Rio 2016, foi um baile chinês. Sun Yang deu uma aula de natação e venceu de forma incontestável com 3:41.38, mais de dois segundos a frente do australiano Mack Horton, campeão olímpico e como ele mesmo gosta de dizer “nadador limpo”.
A resposta de Yang foi nadando em tempo que lhe daria o ouro nos Jogos do ano passado em estrategia mais arriscada e o tempo todo na frente. Horton demorou para atacar e quando o fez, era tarde demais, ficou em segundo 3:43.85. O bronze ficou para o italiano Gabrielle Detti com 3:43.93, levando os mesmos três nadadores do pódio olímpico apenas com a mudança da cor das medalhas para os dois primeiros.
O sul-coreano Tae Hwan Park ficou num decepcionante quarto lugar nadando para 3:44.38, exatamente o mesmo tempo que havia feito no Arena Pro Swim Series em Atlanta em abril.

100 borboleta semifinal feminino – 
Sarah Sjoestroem nadou mais uma vez para 55, melhor que nas eliminatórias, agora 55.77 com parcial 25.77, a única a quebrar a barreira dos 26 na passagem. Nada na raia 4 amanhã e é a grande favorita para o tetra campeonato mundial dos 100 borboleta (2009, 2013, 2015), mas a volta da australiana Emma Mckeon foi melhor. Mckeon fez o segundo tempo 56.23, igualando o recorde nacional da Austrália de Jessica Schipper de 2009.
Ainda tivemos mais dois 56s, Kelsi Worrell dos Estados Unidos 56.74 e Rikako Ikee do Japão 56.89. Está muito claro que só tem duas medalhas em disputa, a prata e o bronze. O ouro é de Sjoestroem, resta saber com quanto ela vai levar.
Forte 100 borboleta para entrar na final, 57.64, e ainda tivemos três nadadoras de fora nadanbo abaixo do 58.

50 borboleta masculino semifinal –
Prova fortíssima, cinco nadadores na casa dos 22 segundos. Melhor tempo para o americano Caeleb Dressel com 22.76. Nicholas Santos ficou em segundo na sua série, terceiro no geral com 22.84. Henrique Martins foi o sexto com 23.13.
Para entrar na final, novo recorde mundial júnior para Andrii Khlopstov da ucrânia com 23.31 superando o chinês Li Zhuhao 23.39 do Campeonato Chinês de 2015.
O húngaro Laszlo Cseh, medalhista de bronze nesta prova no último Mundial, ficou em 11o lugar com 23.51. Cseh diz que os 50 borboleta era apenas para entrar na competição. Diz que a prova ajuda a lhe preparar para os seus maiores objetivos, 100 e 200 borboleta. Para a imprensa húngara chegou a citar que o 50 borboleta fez falta no Rio 2016 quando sentiu e não conseguiu competir bem na Olimpíada. Esta é a sua oitava participação em Campeonatos Mundiais, e medalhou em todas as sete anteriores, um recorde absoluto.
Novo recorde da Ásia para Joseph Schooling com 22.93 quebrando a barreira dos 23 segundos pela primeira vez. A marca anterior foi na eliminatória com 23.05.

400 livre feminino –
Recorde de campeonato nas eliminatórias 3:59.06, novo recorde na final 3:58.34. O recorde mundial não foi quebrado, nem ameaçado. Os parciais de Katie Ledecky não se aproximaram em nenhum momento da sua performance olímpica no ano passado com 3:56.46.
Uma vitória tranquila, pouco mais de três segundos sobre a compatriota Leah Smith, vice campeão com 4:01.54. O bronze sobrou para a jovem chinesa Li Bingjie de 15 anos de idade com 4:03.25. Nenhuma das três medalhistas fez a sua melhor marca pessoal.
Parciais de Katie Ledecky:
57.71, 1:57.74, 2:58.40 e 3:58.34.

100 peito masculino –
Os 100 peito mais fortes da história da natação. É a primeira vez que temos uma prova com resultados nas eliminatórias e agora nas semifinais mais fortes do que os alcançados no Mundial turbinado de 2009. Depois de uma eliminatória onde 17 atletas nadaram abaixo da barreira do minuto, agora para chegar na final, 59.24 foi o oitavo lugar.
Os brasileiros nadaram bem, mas não o suficiente. Felipe Lima foi o 10o 59.48 e João Luiz Gomes Júnior o 11o com 59.56.
Ambos passaram mais fortes do que pela manhã. Felipe passou 27.52 e voltou 31.96. João passou 27.70 e voltou 31.86. Todos os nadadores que passaram a final voltaram melhor que os brasileiros.
Adam Peaty foi o melhor da semifinal, em novo 57, agora recorde de campeonato com 57.75 superando os 58.18 do Mundial de Kazan. Recorde das Américas para Kevin Cordes e seus 58.64, segundo tempo da semifinal.
A oitava vaga para a final ficou com o russo Kirill Prigoda marcando 59.24.

200 medley feminino –
Pela manhã, apenas Katinka Hosszu quebrou a barreira do 2:10. Na semifinal, foram seis nadadoras. A Dama de Ferro baixou ainda mais para 2:07.14 com parciais de 27.59, 32.38, 37.19 e 29.98.
Joanna Maranhão ficou em 10o lugar, sua melhor colocação em Mundiais marcando 2:11.24, novo recorde sul-americano quebrando a sua própria marca de 2009 de 2:12.12. Nos parciais de Joanna:
28.34, 33.14, 39.01 e 30.75.
O peito segue sendo o problema de Joanna. O resto da prova foi perfeito. E o tempo seria o suficiente para ser final nos Mundiais de 2013 e 2015. Este está com um nível muito mais forte.

Revezamento 4×100 livre masculino –
Uma prova história e emblemática, um vice campeonato que vai ser lembrado para sempre como uma das melhores atuações da natação brasileira. O Brasil foi prata ameaçando durante todo tempo a equipe americana.
Estados Unidos venceram mais uma vez, já eram os favoritos absolutos, e embora com toda tradição não levavam o ouro nesta prova desde Roma 2009. Em 2011, foram surprendidos pelos quatro nadadores de 47 da Austrália e ainda perderam para a França. Em Barcelona, nova derrota, a mesma França, ficaram com a prata. E no último Mundial, um erro de estrategia deixou a equipe de fora da final, nova vitória da França.
Na prova de hoje, os americanos dominaram, do início ao fim. Líderes desde as primeiras braçadas e o nado submerso fantástico de Caeleb Dressel .
Os parciais do time americano:
Caeleb Dressell 47.26
Townley Haas 47.46
Blake Pieroni 48.09
Nathan Adrian 47.25
O Brasil subiu ao pódio na prova que não fazia desde 1994. Gabriel Santos passou com 22.95 e entregou em terceiro com 48.30. Marcelo Chierighini fez o melhor parcial de 50 metros (21.91) e o melhor parcial intermediário da prova (46.85), Brasil era e ficou segundo até o fim. Cesar Cielo passou 22.94 e voltou para 48.01. Bruno Fratus já tinha a prata assegurada, mas nadou em busca do ouro e chegou a ameaçar o time americano. Vitória dos Estados Unidos com 3:10.06, Brasil em segundo 3:10.34, Hungria aproveitando duas desclassificações pulou do quinto para o bronze com novo recorde nacional 3:11.99. Foi a primeira medalha húngara neste Mundial, entre todos os esportes, e quebrou uma marca feita nas eliminatórias de 3:13.28.
As desclassificações foram da Austrália na saída do quarto nadador, Alexandre Graham -0,09 e na Itália na saída do segundo Ivano Vendrame -0,04.

Revezamento 4×100 livre feminino –
Para fechar o dia, os Estados Unidos confirmaram o favoritismo e venceram o revezamento 4×100 livre feminino, mas o destaque foi para o tempo de abertura da sueca Sarah Sjoestroem marcando 51.71, a primeira mulher da história a quebrar a barreira dos 52 segundos.
Sarah passou com 24.83 e voltou com 26.88 quebrando a marca de Cate Campbell de 52.06 do ano passado.
Na prova de revezamento, Estados Unidos ouro 3:31.72, prata Austrália 3:32.01 e Holanda bronze 3:32.64.
Nos parciais do time campeão:
Mallory Comerford 52.59
Kelsi Worrell 53.16
Katie Ledecky 53.83
Simone Manuel 52.14
Entre todos os outros parciais, o melhor ficou para a holandesa Ranomi Kromowidjojo que fechou o revezamento da sua equipe para 51.98.

Brasil é vice campeão mundial do 4×100 livre

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Revezamento 4x100 livre, medalha de prata. Campeonato Mundial de Desportos Aquaticos. Duna Arena. 23 de Julho de 2017, Budapeste, Hungria. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

Imagens do primeiro dia de finais do Mundial de Budapeste nas lentes de Satiro Sodré da SSPress.

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