\"\"

23.3 C
Rio de Janeiro
sábado, fevereiro 25, 2017

Convocada Seleção Brasileira para o ParaPan de Jovens

0

Comitê Paralímpico Brasileiro anunciou a convocação de 33 nadadores numa delegação de 174 atletas para representar o país no ParaPan de Jovens que acontecerá de 20 a 25 de março no Centro Paralímpico Brasileiro em São Paulo. O Brasil foi o campeão em número de medalhas na última edição do evento em 2013 na Argentina com 209 medalhas, sendo 102 de ouro.

Equipe da natação convocada:

ALEXANDRE DA SILVA BARBOSA ACD Porto Alegre RS
ALYSSON ROBERTO DE SOUZA NADOVILLE Joinville SC
ANA LAURA VIEIRA ABDA Bauru SP
ARTHUR SANTOS PEREIRA FUNAD João Pessoa PB
BEATRIZ DOS SANTOS DE OLIVEIRA INSTITUTO DANIEL DIAS Bragança Paulista SP
ÉLCIO CUNHA PIMENTA JÚNIOR CETEFE Brasília DF
EMYLY SANTOS SILVA PRAIA CLUBE Uberlândia MG
ERIC OLIVEIRA GOMES ADI APIN Indaiatuba SP
ERIK DE SOUZA BAILON DE OLIVEIRA VOTUPORANGA CLUBE Votuporanga SP
EZEQUIAS LIMA DE PAULO ACPD CNRAC Serra ES
GABRIEL LUAN DA SILVA NASCIMENTO AMAI Jaú SP
GABRIEL MELONE DE OLIVEIRA APLP Praia Grande SP
JENIFER DA ROCHA NADOVILLE Joinville SC
JHONATAN REWAY DA SILVA SOCIEDADE THALIA Pinhais PR
JOÃO PAULO SANTIAGO GREGORINE NADOVILLE Içara SC
JOAO PEDRO DRUMONT OLIVIA CIEDEF São Paulo SP
JOÃO VICTOR BENICIO CAML São Paulo SP
JOSÉ LUIZ PERDIGÃO MAIA INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT Rio De Janeiro RJ
LAILA SUZIGAN GARCIA PRAIA CLUBE Uberlândia MG
LEANDRO DE BARROS CHINAGLIA INSTITUTO DANIEL DIAS Amparo SP
LEONI DA SILVA SATURNO ASSOCIAÇÃO PARADESPORTIVA JR SP São Paulo SP
LETTICIA GOMES LIMA INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT Rio De Janeiro RJ
LIVIA CARDOSO DE MATOS INSTITUTO ATHLON Guaratinguetá SP
LUCAS NICOLLAS SOUZA BARROS CETEFE Brasília DF
LUCAS TEODORO FERNANDES PRAIA CLUBE Uberlândia MG
MATHEUS MENEZES RIBEIRO ABDA Bauru SP
MAYARA DO AMARAL PETZOLD NADOVILLE Joinville SC
RAFAEL XAVIER MAMEDE ENDURANCE Manaus AM
REBECA DOS SANTOS ARAUJO APLP Santos SP
STEPHANIE ARIODANTE DE OLIVEIRA SOUZA ASSOCIAÇÃO PARADESPORTIVA JR SP São Paulo SP
STEPHANY NOBRE RODRIGUES ACPD CNRAC Vitória ES
VITORIA CAROLINE DA SILVA RIBEIRO SOCIEDADE THALIA Pinhais PR
WESLEY SILVERIO DOS SANTOS ADI APIN Paraguaçu Paulista SP

Best Vídeo: De volta ao Foro Itálico, oito anos depois

0

Coach Alex Pussieldi de volta ao Foro Itálico, em Roma, na Itália, oito anos depois do histórico Mundial de 2009 onde 43 recordes mundiais foram batidos e Cesar Cielo foi campeão mundial pela primeira vez nos 50 e 100 livre, com novo recorde mundial na prova dos 100.

É Inverno na Itália, a piscina está fechada e só abre para a temporada de verão. Os blocos de partida estão cobertos e toda a estrutura se mantém. O local também foi sede do Mundial de 1994 quando o Brasil foi medalha de bronze no 4×100 livre masculino com Fernando Scherer, Teófilo Ferreira, André Teixeira e Gustavo Borges.

CBDA publica nova tabela de índices para Brasileiros

6

A CBDA publicou hoje o boletim 08/17 com a tabela de índices para os Campeonatos Brasileiros das temporadas de 2017 e 2018 com significativo aumento de dificuldade nos índices.

Veja aqui a tabela de índices (as tabelas foram atualizadas no dia 22/02 pela CBDA, com arredondamentos de tempo):

Poliana Okimoto concorre ao Prêmio Brasil Olímpico 2016

0

O Comitê Olímpico do Brasil anunciou nesta terça-feira, dia 21, os melhores atletas de 43 modalidades esportivas em 2016, e também os atletas que concorrerão ao troféu de Melhor Atleta do Ano do Prêmio Brasil Olímpico 2016. São eles: a dupla Martine Grael / Kahena Kunze (vela), Poliana Okimoto (maratonas aquáticas) e Rafaela Silva (judô), no feminino; e Isaquias Queiroz (canoagem), Serginho (vôlei) e Thiago Braz (atletismo), no masculino. Os vencedores do troféu de Melhor Atleta do Ano, masculino e feminino, serão anunciados durante a cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, no dia 29 de março, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. Em 2015, os premiados foram Isaquias Queiroz e Ana Marcela Cunha.

A escolha dos melhores atletas em cada modalidade, assim como os dois atletas que receberão o Troféu Melhor Atleta do Ano, foi realizada pela primeira vez por um júri formado por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte. O evento fará ainda homenagem especial aos atletas medalhistas do Time Brasil no Rio.

Poliana Okimoto conquistou o bronze após uma longa espera e a confirmação da desclassificação da francesa Aurelie Muller, que havia chegado em segundo. Poliana tornou-se a primeira atleta a conquistar uma medalha olímpica para o Brasil na maratona aquática.

Na natação, a mais votada foi Etiene Medeiros, 8a. colocada nos 50m livre nos Jogos Olímpicos e bicampeã mundial dos 50m costas em piscina curta.

Conheça os vencedores em cada modalidade aquática:

Maratona Aquática: Poliana Okimoto
Natação: Etiene Medeiros
Nado Sincronizado: Luisa Borges e Maria Eduarda Miccuci
Polo Aquático: Felipe Perrone
Saltos Ornamentais: Hugo Parisi

(informações da Assessoria de Imprensa do COB)

Timeline da carreira de Grant Hackett

0
Australia's Grant Hackett finishes the men's 1500m freestyle swimming heats at the National Aquatics Center during the 2008 Beijing Olympic Games in Beijing on August 15, 2008. AFP PHOTO / MARTIN BUREAU (Photo credit should read MARTIN BUREAU/AFP/Getty Images)

1980 – Nasceu em Southport, Queensland
1997 – Estreia na Seleção Australiana no Pan Pacífico vencendo as provas dos 1500 e 400 metros nado livre.
1998 -Disputa primeiro Campeonato Mundial da carreira, ganha ouro nos 1500 e 4×200 livre e prata nos 400 livre.
2000 – Sua primeira Olimpíada, aos 20 anos de idade, duas medalhas de ouro nos 1500 livre e revezamento 4×200 livre, nesta prova com recorde mundial.
2001 – Bate seu primeiro recorde mundial em prova individual, vence os 1500 no Mundial de Fukuoka, 14:34.56, recorde que se manteve por 10 anos, o recorde com maior duração da história da natação moderna. É premiado com a medalha de Ordem da Austrália.
2003 – Mundial de Barcelona, Hackett nada cinco provas e ganha cinco medalhas, três ouros, uma prata e um bronze.
2004 – Hackett é bi campeão olímpico dos 1500 livre, prata nos 400 e 4×200 livre em Atenas.
2005 – Mundial de Montreal, repete a performance do último Mundial, cinco medalhas, três de ouro, uma de prata e uma bronze, desta vez com novo recorde mundial dos 800 livre.
2006 – Por conta de uma cirurgia, Hackett pede dispensa da seleção e fica de fora do Commonwealth Games. Se muda para a cidade de Melbourne, alegando razões pessoais.
2007 – Mundial de Melbourne, sua pior campanha em Mundiais. Ficou em 2o nos 400 livre, 6o nos 800 e 7o nos 1500 livre. Ano em que casa com a cantora Candice Alley, mãe de seus dois filhos, Jagger Emilio e Charlize Alley.
2008 – Hackett fica em segundo nos 1500 livre perdendo a oportunidade de se sagrar tri campeão olímpico, ficou em 6o nos 400 livre e bronze no 4×200. Anuncia sua aposentadoria do esporte.
2011 – É detido pela polícia após uma briga com a esposa causando danos ao apartamento do casal.
2012 – Hackett admite o vício na medicação Stilonox e inicia tratamento em um centro de reabilitação. É expulso de uma festa no Crowns Club 23 na Austrália e encontrado horas depois dormindo na rua.
2013 – Se divorcia de Candice de quem já estava separado desde o ano anterior.
2014 – É homenageado e entra para o International Swimming Hall of Fame. É encontrado desorientado e vestindo apenas cuecas no hotel Crown Casino na madrugada e procurando seus dois filhos. Seu filho Jagger de 4 anos é encontrado no andar 20, 14 acima de onde estava e diz não saber como seu filho foi parar lá. É internado num centro de reabilitação para viciados no Arizona, nos Estados Unidos.
2015 – Hackett volta a nadar e consegue vaga para a Seleção Australiana para o Mundial de Kazan. Nada as eliminatórias do 4×200 livre ficando com a medalha de bronze.
2016 – Falha na tentativa de conseguir a vaga para sua quarta Olimpíada. Fica em 4o lugar nos 400 livre e não passa para a final dos 200 livre, termina em 11o lugar. No vôo de retorno para casa, é detido por agressão a um passageiro.
2017 – Hackett é detido após discussão com familiares e volta a ser internado.

Grant Hackett, da glória ao drama

0

Foi a notícia triste da semana no mundo dos esportes aquáticos. Atletas, por melhores e mais expressivos que sejam, são seres humanos, com suas conquistas e também perdas. São pessoas que têm problemas e muitas vezes crises que vão muito além do esporte. Não são deuses, imaculados e alheios aos agrouros da vida.

Como a imprensa australiana reagiu ao caso Grant Hackett 

77595422-555d-4bb1-a205-f24e4d701556_C4vngbQUMAEpnGD fa546e4e-ab0e-4b60-b656-4cb797bb7214_C4vngbUVUAAGyZ0 7a9d4189-3ce8-4dc1-8e7d-c035d3999ac8_C4vngbTVUAAjbl4 0fecbecc-34ba-40c4-9cf3-9accdc06a6f0_C4vngbOVcAEFDYU

Grant Hackett foi preso na quinta-feira após discussão com sua família onde terminou ameaçando seus pais com uma faca. Foi contido por seu irmão Craig e preso na residência da família em Gold Coast a pedido do próprio pai Nev Hackett.

Constrangidos, os familiares expressaram dor, mas não esconderam as dificuldades que o ex-nadador australiano vive. Revelado que Hackett tem tido distúrbios mentais e sugerem a sua internação.

Sem crime registrado, Hackett foi liberado horas depois. Ainda no mesmo dia, Hackett usou sua conta de Instagram para revelar que fora agredido pelo irmão, o qual chamou de “violento”. Ontem, Hackett tinha uma consulta médica e sumiu por algumas horas causando novo drama na família.

Postagem de Grant Hackett no seu Instagram ao deixar o hospital 

a7efb4d2-36ba-47eb-8755-9012c8190b8a_C4vm26VVMAAtbU0.jpg-large

Considerado por muitos, Grant Hackett foi um dos maiores nadadores de fundo da história. Seu recorde dos 1500 metros nado livre foi o recorde que mais durou na natação moderna. Os 14:34.56 feitos por ele no Mundial de Fukuoka em 2001 ficou 10 anos e dois dias até ser superado por Sun Yang no Mundial de Shanghai em 2011 com 14:34.14.

O recorde dos 1500 livre no Mundial de Fukuoka 2001

A carreira de Hackett é uma das mais gloriosas da natação australiana. Estamos falando de 58 medalhas internacionais incluindo Olimpíadas, Campeonatos Mundiais de Longa e Curta, Commonwealth Games, Goodwill Games, e Pan Pacífico.

Antes de Michael Phelps se sagrar no primeiro tri campeão olímpico da história nos 100 borboleta de Londres em 2012 (hoje ele já é tetra dos 200 medley), Grant Hackett era o nome para a façanha. Depois de se sagra campeão dos 1500 livre em Sydney 2000, com apenas 20 anos, se tornou bi em 2004 em Atenas e era o favorito para Beijing 2008. Terminou com a prata perdendo para Oussama Mellouli da Tunísia por pouco menos de um segundo de diferença.

3dd171153894e5419c6e4c3a2e96e37e

A derrota que valeu sua primeira aposentadoria foi explicada anos depois por seu treinador, o famoso Dennis Cotterell. Conhecido pelo seu trabalho intenso de fundo Cotterell diz que Hackett foi afetado pela ingestão do comprimido Stilnox. Conhecido para tratamento de insônia ocasional, transitória ou crônica, o remédio tem sido receitado por alguns médicos para atletas em competições, onde o aumento de tensão e a ingestão de cafeína pode alterar o sono dos mesmos.

Hackett com a mãe Margareth e o irmão Craig
Hackett com a mãe Margareth e o irmão Craig

Alguns especialistas no assunto dizem que o Stilnox e seu principal componente Zolpidem não conseguem levar o usuário ao sono profundo, refutando a sua capacidade “repositora”. Pior é o uso do mesmo combinado com bebidas alcólicas e seu efeito alucinógeno. Tal situação aconteceu com a equipe de revezamento australiana do 4×100 metros nado livre nos Jogos de Londres em 2012. Os atletas causaram inúmeros problemas disciplinares e foi constatado o uso do medicamento no episódio.

O Stilnox já estava proibido pelo Comitê Olímpico Australiano anterior a este incidente, embora a medicação não esteja na lista das substâncias proibidas da WADA. O Stilnox voltou a ser citado na carreira de Grant Hackett em 2014, quando o australiano foi internado num centro de reabilitação nos Estados Unidos para conter o vício no medicamento.

Tempos felizes, Hackett seus filhos e a ex-esposa
Tempos felizes, Hackett seus filhos e a ex-esposa

Antes da sua internação, Hackett teve pelo menos dois episódios de alteração de comportamento com denúncia a polícia. Em 2011, teve uma séria discussão com a ex-esposa Candice Alley e que violentamente destruiu grande parte da mobília da residência. Em 2014, hospedado em um hotel apareceu na recepção apenas de cueca durante a noite mostrando sinais de desorientação e procurando seus dois filhos.

Hackett viajou para o Arizona em fevereiro de 2014 e ficou internado na mesma clínica onde Tiger Woods foi tratado para a sua adição de sexo. No retorno a Austrália apareceu na piscina durante o Pan Pacífico em Gold Coast. Ali, nascia a vontade de voltar a nadar.

Em 2015, aos 34 anos de idade, Grant Hackett estava de volta a piscina e de volta ao Miami Swim Club, seu primeiro e único clube na carreira sob o comando de Dennis Cotterell. O objetivo era um só, voltar a se divertir e integrar um possível revezamento 4×200 livre da equipe no Campeonato Australiano. Hackett fez mais que isso.

hackett-comeback

Com os companheiros de Miami venceu fácil o título australiano e também ganhou uma vaga na equipe que foi ao Mundial de Kazan para o revezamento 4×200 metros nado livre. Nomeado capitão da equipe, Hackett estava de volta a Seleção Principal de seu país e nadou apenas as eliminatórias da prova no Mundial abrindo para 1:47.83 com a equipe classificando com o primeiro tempo. Na final, assistiu os companheiros terminarem com o bronze das arquibancadas.

A volta de Hackett se tornou mais intensa. Os sonhos também. A vontade de estar no Rio 2016 era grande e os treinamentos se tornaram maiores e mais fortes. Hackett não foi bem na seletiva olímpica. Nadou os 400 livre e terminou em quarto lugar com 3:48.84. Dois dias depois não passou das semifinais nos 200 livre, ficou em 11o e com 1:49.09 anunciava sua segunda aposentadoria.

Hackett e seu treinador Dennis Cotterell
Hackett e seu treinador Dennis Cotterell

Aos 35 anos de idade, e poucos dias antes de completar 36, Hackett, mesmo fora do Rio 2016, era um dos nomes do momento. Estava cotadíssimo para ser o mentor da equipe e viajar junto com a delegação e atuar como comentarista da TV australiana na cobertura olímpica. Sua viagem de volta para casa entretanto foi marcada por mais um caso de distúrbio. Completamente embriagado, Hackett criou problemas a bordo e chegou a agredir um passageiro. Sua imagem sendo detido e transportado em uma cadeira de rodas ganhou as capas dos jornais de todo país.

Hackett estava fora do circuito há algum tempo. Seu nome voltou a ser ventilado pela Australia Swimming e novamente participar das ações com a Seleção Principal. Seus problemas mentais, era algo que vinha sendo mantido apenas com a família. O incidente de quinta-feira mudou todo este quadro.

652a03da1a0413e00c0ef9f6b86730ea

Não faltaram mensagens de apoio dentro da Seleção Australiana. A voz mais ativa foi da ex-companheira de equipe Stephanie Rice. Até mesmo a Federação Australiana emitiu um comunicado oficial lamentando o episódio destacando a importância que Grant Hackett em na natação australiana. (texto em inglês)

Swimming Australia is concerned to hear of the reports surrounding Grant Hackett on Wednesday February 15.
We are not aware of the full circumstances surrounding his situation but we offer our support to him and his family.
Swimming Australia believes that it is important that Grant and his family are given the necessary support in this situation and we will continue to support them throughout this journey to recovery, as we would do for any of our members.
Swimming Australia CEO Mark Anderson said: “We have maintained contact with and support for Grant regularly and he has been engaged with the swimming network since his return to the pool in 2015. Since the 2016 Australian Championships, we have continued this contact. Both John Bertrand and I connected with him on separate occasions late last year following the Rio Olympics.
“Given these recent circumstances, we once again reached out to Grant and his family to continue to offer support and assistance in any way we can.
“Our primary concern is his health and well-being and personal welfare. Grant is a legend of Australian sport and an important part of the Australian swimming family.
“Through the Australian Swimmers Association and educational programs like ‘Beyond the Black Line’, we want to ensure that all of our swimmers throughout the course of their swimming journey are prepared and supported.
“Swimming Australia provides athlete support through its Personal Excellence and Performance Psychology programs into, through, and beyond the High Performance Pathway.
“This is an area of the sport that Swimming Australia takes very seriously”.
The Australian Swimmers Association (ASA) General Manager Daniel Kowalski said: “The health and wellbeing of our swimmers throughout their careers and especially following their exit from the sport is a major priority for us.
“We work closely with Swimming Australia to ensure swimmers are supported not only throughout their professional career but once they leave the sport as well.
“The ASA provides support and information relating to challenges that swimmers may face during their careers as well as information on the transition from swimming career to a life away from the pool.”
Swimming Australia will work hard to ensure we continue to offer the necessary support for all of our swimmers, both past and present.

Todas as medalhas internacionais de Grant Hackett 

COMPETIÇÕES OURO PRATA BRONZE TOTAL
OLIMPÍADA 3 3 1 7
MUNDIAL LONGA 10 6 3 19
MUNDIAL CURTA 7 0 1 8
GOODWILL GAMES 2 1 0 3
PAN PACíFICO 9 4 0 13
COMMONWEALTH GAMES 5 3 0  8
TOTAL 36 17 5 58

 

Desde a segunda aposentadoria em abril, Hackett estava trabalhando no sistema financeiro e atuando como comentarista de natação do Channel 9. Também estava com uma relação bem sólida com a advogada Maggie Keating, uma canadense residente na Austrália de 33 anos. Fotos dos dois sumiram da conta de Instagram de Hackett no mesmo dia do incidente.

Hackett e a ex-namorada
Hackett e a ex-namorada

Não se sabe ao certo o problema de Grant Hackett. A família fala em distúrbios mentais, mas problemas com álcool e remédios controlados também são citados com frequência. Segundo o pai, Nev Hackett, seu filho foi internado pelo menos três vezes nos últimos dois anos.

Nev Hackett o pai, e o irmão Craig
Nev Hackett o pai, e o irmão Craig

Dressel, cada vez mais o Rei das Jardas

0

Ainda faltando o NCAA, em março, e mais uma temporada universitária, Caeleb Dressel está cada vez mais configurando o título de Rei das Jardas, num dos melhores nadadores universitários da história. Ontem, no segundo dia da Conferência Southeastern em Knoxville, no Tennessee, Dressel igualou o melhor parcial da história nos 50 livre em revezamentos e fez mais duas marcas no Top 10 da prova individual dos 50 livre.

Dressel, agora acumula as oito melhores marcas dos 50 livre em piscina de jardas. A nona é do antigo recordista, o brasileiro Cesar Cielo com 18.47. Dressel ainda tem duas das três melhores marcas das 50 jardas livre em parciais de revezamento.

A única coisa que Dressel perde é no total de vezes que nadou abaixo dos 19 segundos na prova das 50 jardas livre. Fez isso em 17 vezes, uma a menos do que Nathan Adrian. O brasileiro Cesar Cielo é o terceiro com 10 vezes.

Veja o Top 10 das melhores performances das 50 jardas livre:
18.20 Dressel no NCAA em 2016
18.23 Dressel no SEC em 2016
18.24 Dressel no NCAA em 2016
18.29 Dressel no NCAA em 2016
18.32 Dressel no NCAA em 2016
18.39 Dressel no SEC em 2016
18.46 Dressel no SEC em 2017
18.47 Cielo no NCAA em 2008
18.51 Dressel no SEC em 2017

Veja as 3 melhores performances dos parciais de revezamento 50 jardas livre:
17.86 Morozov no NCAA em 2013
17.86 Dressel no SEC em 2017
17.90 Dressel no SEC em 2017

Best Vídeo: Caeleb Dressel iguala melhor parcial da história 50 jardas livre

0

Um dia depois de nadar pela primeira vez abaixo dos 18 segundos nas 50 jardas livre fechando o revezamento 4×50 medley da Universidade da Flórida na Conferência SECs em Knoxville, no Tennessee, Caeleb Dressel voltou a fazê-lo, agora igualando os 17.86 que era o melhor parcial da história pertencente ao russo Vlad Morozov nadando pela Universidade Southern Califórnia em 2013.

Dressel nada na raia 5, foi o segundo a pular na água, e sua técnica de nado submerso é perfeita tirando grande vantagem tanto no fundamento da saída como na virada.

Usain Bolt e Simone Biles, os atletas do ano no Laureus 2017

0

O Laureus realizou hoje em Monte Carlo, no Principado de Monaco, a 18a edição do Oscar do Esporte premiando os maiores destaques da temporada de 2016. O jamaicano Usain Bolt e a americana Simone Biles foram os vencedores da premiação de melhores atletas do ano. Enquanto Biles ganhava o seu primeiro prêmio no Laureus, Usain Bolt chegou a sua quarta premiação igualando os também recordistas Roger Federer e Serena Williams.

C4qVoDOW8Acul8N.jpg-large

Michael Phelps foi o único dos aquáticos premiado no evento. Levou o prêmio de “Volta do Ano” em mais um prêmio consolação do Laureus. Phelps em 2013 também foi derrotado por Usain Bolt no prêmio de Atleta do Ano e na oportunidade recebeu um prêmio criado para aquela cerimônia “Lifetime Achievement”.

C4pUjInWEAE0cMu

O Brasil tinha três chances de chegar ao prêmio deste ano e não vencemos em nenhuma delas. A Seleção Brasileira de futebol e seu ouro olímpico inédito perdeu o Prêmio de Time do Ano para a equipe de beisebol Chicago Cubs. O skatista Pedro Barros concorreu no Prêmio de Atleta Radical onde Rachel Atherton foi a vencedora e Daniel Dias, concorrendo pela sétima vez, desta vez não levou o Prêmio de Atleta Paralímpico do Ano, onde já venceu três vezes.

3D36E8C300000578-4224526-image-m-8_1487103817089

Os premiados do Laureus 2017:
Atleta masculino do Ano – Usain Bolt da Jamaica, atletismo
Atleta feminino do Ano – Simone Biles dos Estados Unidos, ginástica
Time do Ano – Chicago Cubs
Atleta de esporte radical do ano – Rachel Atherton da Grã-Bretanha, BMX
Espírito Esportivo do Ano – Leicester City FC
Revelação do Ano – Nico Rosberg da Alemanha, automobilismo
Atleta paralímpico do ano – Beatrice Vio da Itália, esgrima
Prêmio Esporte para todos – Waves for Change
A Volta do ano – Michael Phelps dos Estados Unidos, natação
Inspiração Esportiva do Ano – Time de Refugiados Olímpicos
Momento esportivo do ano – Barcelona Sub 12

Cenas do Laureus 2017

0

Fotos do site oficial Laureus da premiação do evento deste ano em Monte Carlo, no Principado de Monaco.

Best Vídeo: Documentário Zetao Ning, “The Turning Point”

0
China's gold medal winner Ning Zetao salutes during the ceremony for the men's 100m freestyle final at the Swimming World Championships in Kazan, Russia, Thursday, Aug. 6, 2015. (AP Photo/Sergei Grits)

Um excelente documentário, polêmico e informativo. Feito pela TV estatal chinesa e que trata da preparação, da carreira e dos resultados do velocista chinês Zetao Ning no Rio 2016. O documentário reproduz o problema já apontado pelo Blog do Coach e pela Best Swimming que quase tirou Ning dos Jogos Olímpicos do Rio 2016 quando queriam obrigar o nadador a disputar a tomada de tempo do 4×200 livre na seletiva chinesa.

Zetao Ning, campeão mundial dos 100 livre em Kazan 2015, nem chegou a final no Rio 2016 e o documentário esclarece muitos motivos para isso.

“The Turning Point”, algo como “o momento da virada” em chinês com legendas em inglês:

A Era dos G.O.A.T. – Greatest Of All Time

3

Na madrugada de domingo, o brasileiro Anderson Silva venceu o americano Derek Brunson em Nova Iorque chegando a sua 34a vitória na carreira, agora com 41 anos de idade. A vitória, um tanto controversa pela decisão dos juízes que lhe deram decisão unânime, premia a carreira do maior lutador do UFC da história. Anderson Silva é o G.O.A.T., Greatest of All Time do MMA, apontado pela mídia, pelos experts, pelo público.

Uma carreira de quem conseguiu 17 vitórias consecutivas e 10 defesas de títulos, recordes que se mantém intocáveis.

gettyimages-634818490

A imprensa e os fãs adoram esta busca incessante de apontar quem foi o maior e o melhor de todos os tempos. A discussão ganha eco ao valorizarmos nomes e registros do passado, e principalmente, destacando os nomes da atualidade, incrementando o valor de mídia e promoção do esporte.

Quem esteve ou acompanhou o Rio 2016 teve a oportunidade de ver alguns destes GOATs. Michael Phelps na natação e Usain Bolt no atletismo são incontestáveis.

Phelps disputou sua quinta Olimpíada no Rio de Janeiro, ele que já era o primeiro, e único, tri campeão mundial da natação, virou o único tetra ao vencer os 200 medley. Chegou a 28 medalhas olímpicas, 23 delas de ouro. Terminou a carreira com 39 recordes mundiais e 33 medalhas em campeonatos mundiais, todos números recordes e inimaginavelmente alcançáveis. Nunca ninguém havia sido campeão olímpico da natação, perdido o título e voltado a vencer. Só ele, Phelps.

Swimming: Michael Phelps Portrait Time Inc. Studios New York, NY USA 08/29/2016 SI-523 TK1 Credit: Simon Bruty

Nas pistas, Usain Bolt tem menos medalhas que Michael Phelps, são “apenas” oito, mas todas douradas. Eram nove, mas a desclassificação recente do revezamento 4×100 metros rasos dos Jogos de Beijing 2008 pelo doping do companheiro de equipe Nesta Carter tirou a medalha de Bolt.

Ele havia conquistado o inédito “triplo triplo” de ganhar três medalhas de ouro em três Olimpíadas nas três provas dos 100, 200 e 4×100 metros rasos. Bolt perdeu a medalha, mas jamais a admiração.

Diferente de Phelps, que não tem concorrente na disputa do melhor da história, podem haver pessoas citando o finlandês Paavo Nurmi ou até mesmo o americano Carl Lewis nesta disputa pelo melhor da história no atletismo. Nurmi brilhou nos Jogos de 1920 a 1928 conqusitando 12 medalhas olímpicas, nove douradas. Lewis foi 10 vezes medalhista olímpico sendo nove delas de ouro.

Ser o “maior de todos” não quer dizer somar maior medalhas. É uma condição que se confunde com opiniões e discussões subjetivas. É o caso da americana Alysson Felix que no Rio 2016 ganhou três medalhas, duas delas de ouro. Chegou a nove medalhas olímpicas na carreira, seis delas de ouro, ambas as marcas lhe dão o título de maior medalhista e maior vencedora do atletismo olímpico entre as mulheres.

Tom Brady há duas semanas levou o New England Patriots para o seu quinto título do Super Bowl e ganhou o seu quarto MVP. Para quem ainda tem dois MVPs da liga, é o quarto da história no total de jardas em passes e também quarto em passes que resultaram em touchdown Tom Brady é incontestável. Os americanos são bons em números, e Brady é ainda melhor. Tem 208 vitórias na carreira de 17 anos na NFL sendo considerado o maior quarterback da história.

Lionel Messi e Cristiano Ronaldo tem se revezado nos prêmios de maior jogador de futebol do mundo. Desde 2008, quando não dá Messi, dá Cristiano. O argentino acumula uma vitória a mais, cinco a quatro, mas o prêmio pouco reflete a história do futebol, afinal, começou a ser entregue em 1991.

Portal O Dia
Portal O Dia

Diferente dos esportes americanos, o mundo não é tão preciso nas estatísticas e contabilidades esportivas. Assim, o Rei Pelé pela International Federation of Footbal and Statistics é o líder na soma de maior número gols marcados com 1.281. Alguns contestam, mas o que se sabe é que tanto Messi (560 gols) como Cristiano (833) estão longe do Rei.

Se o Rei é Pelé, a Rainha do futebol é Marta. Escolhida como a melhor do mundo pela FIFA cinco vezes, tendo terminado no Top 3 em 12 das 13 vezes que o troféu foi distribuído.

No mês passado, ao vencer o Aberto da Austrália, o tenista suiço Roger Federer provou que idade é apenas um número e abriu ainda mais a sua vantagem de maior vencedor de Grand Slams da história. Chegou ao quinto Aberto da Austrália e o 18o título de Grand Slam. O americano Pete Sampras, já aposentado, e o espanhol Rafael Nadal vem empatados na segunda posição com 14 conquistas.

No tênis feminino, o título de Great of All Time parece a caminho de Serena Williams. Com 35 anos de idade, Williams venceu o Aberto da Austrália pela sétima vez somando 23 títulos de Grand Slam ficando a apenas um de empatar com a australiana Margaret Court que nas décadas de 60-70 dominava o tênis mundial.

O basquete tem uma história rica internacional, mas é na NBA, a liga profissional americana, onde vamos encontrar os números mais expressivos. Kareem Abdul-Jabbar é o maior pontuador da história com 38.387 pontos. Uma vantagem de quase dois mil pontos a frente de Karl Malone. Ente os jogadores em atividade, LeBron James vem em oitavo mais de 10 mil pontos atrás.

Se a estatística for por média por partida, Abdul-Jabbar cai para a 15a posição com 24 pontos por partida. Na liderança Michael Jordan e Wilt Chamberlain, os únicos com 30 pontos por jogo.

Se os números mágicos do basquete vem da NBA, um jogador nunca jogou na liga americana e vai ser homenageado por ela. O brasileiro Oscar Schmidt que recusou vários convites para atuar por lá é o maior pontuador da história do basquete em Campeonatos Mundiais.

No basquete feminino, os números não são suficientes para apontar quem é a melhor de todos os tempos. Um jornal americano fez um artigo em 2014 “Who is the greatest women’s basketball player ever” e todas as dez relacionadas são americanas, não deram espaço para nenhuma estrangeira, nem sinal de Magic Paula ou Rainha Hortência. Talvez, pela sua expressão no final da década de 70 a americana Carol Blazejowski ganha mais destaque, mas não existe unanimidade, longe disso.

No volei, em 2001 a FIVB, Federação Internacional de Volei decidiu fazer uma premiação diferente. Quem foram os jogadores do século? Uma comissão de 12 pessoas fez uma seleção de nomes depois de centenas de atletas submetidos pelo público. Analisando resultados, performance individual, além de qualidade técnica e contribuição ao esporte, a cubana Regla Torres foi a vencedora no feminino enquanto tivemos um empate no masculino entre o americano Karch Kiraly e o italiano Lorenzo Bernardi.

O Brasil, uma das maiores expressões do voleibol mundial, não venceu, mas teve Fernanda Venturini listada no feminino e Renan Dalzotto no masculino.

Números nem sempre serão os decisivos na escolha do melhor de uma modalidade. No boxe, o italo americano Guglielmo Papeleo teve 229 vitórias em 241 lutas na década de 40. Muhammad Ali, apontado pela maioria como o maior boxeador de todos os tempos nem aparece no Top 10 do ranking de vitórias.

Muhammad-Ali

Ali é o único boxeador da história a se sagrar campeão mundial dos pesos pesados por três vezes. Reconhecido como “The Greatest”, ele foi premiado pela revista Sports Illustrated e pela cadeia de TV britânica BBC como o melhor atleta do século.

Na ginástica do Rio 2016, a americana Simone Biles foi a grande estrela feminina de toda Olimpíada. Aos 19 anos de idade, Biles já acumula 19 medalhas em Mundiais e Olimpíadas. O futuro é promissor, mas em números, ela ainda está distante dos maiores medalhistas olímpicos do esporte, condição esta ocupada pelos soviéticos Larisa Latynina com 18 medalhas e Nikolai Andrianov com 15.

O esporte não é popular no Brasil e voltou ao movimento olímpico no ano passado depois de 112 anos de ausência. Porém, o golfe é um dos esportes de maior distribuição de prêmios e que reúne alguns dos mais bem pagos atletas do planeta. A revista Athlon Sports & File fez a lista dos 20 melhores jogadores da história no ano passado e o americano Tiger Woods aparece na liderança.

Forbes
Forbes

Woods vai na sua 21a temporada como profissional e 106 vitórias. É o jogador com maior número de vezes na posição número 1 do ranking mundial, escolhido como o PGA Jogador do Ano em 11 vezes e segundo no número de títulos do Major, com 14, quatro atrás de Jack Nicklaus. Detalhe que mesmo em atividade, Tiger Woods hoje não está nem entre os 500 primeiros colocados do ranking mundial.

Invencibilidade é algo impensável no esporte. Derrota é algo que faz parte da carreira de todo grande desportista. Alguns, ficam longo tempo sem perder. É o caso do judoca francês Teddy Riner. Perdeu apenas duas vezes em toda a sua carreira de alta performance, a última em setembro de 2010. Oito vezes campeão mundial, duas vezes campeão olímpico, Riner está na lista de muitos como o melhor da história da judô.

O site Sportsmuntra publicou há dois anos uma lista dos 10 maiores judocas da história e colocou Teddy Riner em sétimo. O maior da história para o site é o pioneiro Kanô Jigorô, um dos fundadores da versão atual do judô e que esteve nas Olimpíadas entre 1912 a 1936. O site também destaca Yasuhiro Yamashita que acumula o recorde de 203 vitórias consecutivas tendo vencido um total de 79 torneios internacionais.

Quem não perde há muito tempo é Katie Ledecky. A nadadora americana de apenas 19 anos de idade pode até ser contestada como a melhor da história, mas pelos resultados desde a sua estreia olímpica em Londres 2012 a tendência é cada vez maior de ganhar esta condição.

Além dos recordes mundiais dos 400, 800 e 1500 metros nado livre, Katie Ledecky tem um domínio impressionante nas suas provas. Nos 400 livre, tem nove das dez melhores marcas da história, nos 800 tem todas as dez, e nos 1500 livre tem seis das dez. Não é a toa que a nadadora aparecia sozinha na imagem da TV vencendo suas provas no Rio 2016 sendo responsável pelas vitórias mais fáceis dos Jogos. Foram cinco segundos de vantagem sobre a segunda colocada nos 400 metros e quase 12 segundos nos 800.

Ainda nos esportes aquáticos, a chinesa Wu Minxia é o nome dos saltos ornamentais. Oito vezes campeã mundial, cinco vezes campeã olímpica, se aposentou no final do ano passado após mais uma passagem vitoriosa pelos Jogos Olímpicos. Na sua carreira, são 37 medalhas internacionais, 23 delas douradas.

No nado sincronizado, todas as medalhas de ouro da história olímpica foram russas. Fica difícil decidir qual, mas três atletas acumulam cinco ouros em suas participações olímpicas: Anastasia Davydova, Natalia Ishchenko e Svetlana Romashina. Para desempatar esta briga interna, vamos as conquistas dos Campeonatos Mundiais onde novamente as russas dominam de forma impressionante. Davydova tem 13 medalhas de ouro, Ischenko 19 e Romashina com 18.

No polo aquático, o húngaro Deszo Gyarmati é o nome que se sobressai no esporte. Presente em cinco Olimpíadas, foi medalhista em todas elas. Foram três ouros, uma prata, um bronze. Reconhecido em seu país como o maior vencedor da história do esporte, é apontado como o maior de todos os tempos no polo.

polo-aquatico-dezso-gyarmati

Nas águas abertas, ainda não temos uma unanimidade entre as mulheres. A russa Larissa Ilchenko, campeã olímpica de 2008 e oito vezes campeã mundial é a mais citada. Situação diferente entre os homens, onde o alemão Thomas Lurz é mencionado com frequência. Duas medalhas olímpicas e 20 medalhas em Mundiais, 12 vezes campeão mundial nos 5, nos 10, nos 25 e na prova por equipes. Um atleta completo que deixou o esporte faltando menos de um ano para o Rio 2016 alegando falta de motivação.

(AP Photo/Manu Fernandez)
(AP Photo/Manu Fernandez)

Os maiores de todos os tempos são assim, atletas vencedores com registros históricos e impressionantes. Marcas e recordes que ficam para sempre em performance memoráveis e que trazem a paixão e a admiração do público ao esporte. Seus feitos promovem, divulgam e popularizam o esporte ao redor do planeta.

Pelo investimento de mídia, patrocínios e o profissionalismo não fica difícil entender o motivo da maior concentração dos “Greatest of All Time” nos tempos atuais. O retorno financeiro incentiva atletas oferecendo condições de treinamento e competição cada vez melhores, bem como o investimento na área da ciência do esporte em avanços de biomecânica, de fisiologia, de nutrição, psicologia e técnica.

Por conta disso, em breve, esta lista vai ganhar novos nomes, novos feitos e registros. O esporte vai continuar revelando novos heróis e marcas históricas para sempre podermos comemorar e reconhecer aqueles que são os maiores da história.

Best Vídeos: Clips da campanha Budapeste 2024

0

Postagem final das três cidades que concorrem para sediar os Jogos Olímpicos de 2024. A vez de Budapeste, capital da Hungria, talvez a “zebra” da disputa que terá o anúncio da vencedora no dia 16 de setembro em Lima, no Perú.

 

 

 

 

 

7 brazucas no Top 20 da Divisão II do NCAA

0

Se na Divisão I do NCAA, apenas Vinicius Lanza está no Top 20 da temporada universitária, na Divisão II são sete nadadores brasileiros em destaque no ranking. Isso sem incluir os resultados deste final de semana, temos algumas Conferências em andamento. Gabriel Souza que é o único brasileiro líder do ranking com 46.85 nas 100 jardas borboleta nadou ainda melhor marcando 46.27.

Na temporada passada, Gabriel Souza ficou em terceiro lugar nas 100 jardas borboleta no NCAA com 47.01. Paulista, nadador do Pinheiros, Souza está na sua segunda temporada universitária nos Estados Unidos.

Gabriel Souza bronze nos 100 borboleta em 2016
Gabriel Souza bronze nos 100 borboleta em 2016

O Campeonato Nacional da Segunda Divisão do NCAA acontecerá de 8 a 11 de março em Birmingham, Estado do Alabama.

Veja os nadadores brasileiros que estão no ranking Top 20 da temporada 2016/2017: (todos no masculino)

50 jardas livre –
14o Thiago Sickert da Nova Southeastern University 20.23
20o Victor Rocha Furtado da Florida Tech 20.34

100 jardas livre –
2o Victor Rocha Furtado da Florida Tech 43.87
5o Thiago Sickert da Nova Southeastern University 43.96

200 jardas livre –
6o Thiago Sickert da Nova Southeastern University 1:37.38
13o Vitor Botana da Indy 1:38.37
20o Marcelo Figueiredo da Carson-Newman University 1:39.02

500 jardas livre –
5o Vitor Botana da Indy 4:25.40
18o Marcelo Figueiredo da Carson-Newman University 4:30.45

1000 jardas livre –
14o Marcelo Figueiredo da Carson-Newman University 9:22.57
18o Vitor Botana da Indy 9:26.00

1650 jardas livre –
18o Vitor Botana da Indy 15:50.16

100 jardas costas –
3o Rodrigo Codo Berti da Indy 48.04

200 jardas costas –
2o Rodrigo Codo Berti da Indy 1:45.43

100 jardas borboleta –
1o Gabriel Souza da Grand Valley University 46.85
3o Thiago Sickert da Nova Southeastern University 47.67
10o Victor Rocha Furtado da Florida Tech 48.52

200 jardas borboleta –
7o Thiago Sickert da Nova Southeastern University 1:47.39

200 jardas medley –
7o Rodrigo Codo Berty da Indy 1:48.77
18o Yagoh Watanabe Kubagawa da Florida Tech 1:50.48

400 jardas medley –
14o Yagoh Watanabe Kubagawa da Florida Tech 3:56.44

Veja o ranking da Segunda Divisão do NCAA:

https://www.collegeswimming.com/times/?page=1&orgcode=3&event=150&gender=F&division=2&conference=&season=2016-2017

Vinicius Lanza é o único brazuca Top 20 da Divisão I do NCAA

0

Estamos em pleno fevereiro, época das conferências que já se iniciaram na natação universitária americana. Acompanhando o ranking da Divisão I do NCAA, o Brasil tem apenas um nadador que aparece no Top 20 dos melhores tempos da temporada. Na verdade, Lanza que nada por Indiana é Top 5 nos 100 e 200 borboleta, mas nenhum outro nadador aparece entre os 20 melhores tempos. Fora Lanza, o mais bem colocado é Rodrigo Correia que nada na Georgia Tech e está em 22o lugar nos 100 costas.

vinicius2-300x300

Lanza faz sua segunda temporada por Indiana e está ranqueado em três provas:
100 jardas borboleta – 45.56 5o no ranking do NCAA, melhor tempo Andrew Sansoucie do Missouri 44.86
200 jardas borboleta – 1:41.34 5o no ranking do NCAA, melhor tempo Jack Conger do Texas 1:40.24
200 jardas medley – 1:43.57 9o no ranking do NCAA, melhor tempo Chase Kalisz da Georgia 1:41.26

Todas as três marcas que colocam Lanza no ranking do NCAA foram alcançadas na disputa do Campeonato Americano de Inverno em dezembro. Na oportunidade, Lanza venceu os 200 borboleta e 200 medley e ficou em segundo nos 100 borboleta. Veja a prova dos 200 borboleta e o título do nadador brasileiro:

Vinicius Lanza disputa a Conferência Big Ten a partir do dia 22 de fevereiro em Columbus, Estado de Ohio. O Campeonato Nacional da Primeira Divisão do NCAA será em Indianápolis, no Natatorium a partir de 22 de março.

61927_big_10s_9_webp

Ranking dos tempos da Divisão do I do NCAA podem ser conferidos no site da College Swimming:

https://www.collegeswimming.com/times/

PUBLICIDADEFABIOLA MOLINA
ATLETA ESTUDANTE
SWIM CHANNEL
MAXI HOT AQUECEDORES

Coach no Instagram

PUBLICIDADEMANSUR SPORTS