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sexta-feira, março 24, 2017

Budapeste inaugura o Countdown para o Mundial

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Bem no centro da capital húngara, na praça Erzseet, foi ali que o Comitê Organizador e a Prefeitura de Budapeste decidiram instalar o countdown que marca a contagem regressiva esperando o Campeonato Mundial dos Esportes Aquáticos que acontecerá na cidade de 14 a 30 de julho. O local foi inaugurado com a presença da maior estrela dos esportes aquáticos da Hungria, a Dama de Ferro Katinka Hosszu.

Nova saída de costas? Best Swimming investiga e aponta: ilegal!

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Aconteceu no Campeonato Americano Universitário da Divisão I Feminino na semana passada em Indianápolis, nos Estados Unidos. Nadadoras da Universidade do Missouri usaram uma técnica distinta na saída de costas e na abertura dos revezamentos de medley. Mais especificamente, não foi uma técnica de sair diferente, mas uma forma de colocar as mãos no bloco e não no agarre do mesmo.

Veja o movimento em artigo publicado no site Floswimming:

http://www.floswimming.com/article/53522-mizzou-swimmers-innovate-backstroke-start-at-ncaa-s#.WNPaSBQpKOP

A nova posição utilizada pelas nadadoras chamou a atenção de alguns sites de natação que chama o movimento de “inovador”. A Best Swimming foi atrás das regras e de árbitros da FINA para uma análise do movimento e a conclusão foi diferente. Na interpretação mais detalhada, o movimento é irregular.

Nas regras de natação da FINA válidas até este ano, duas regras determinam as técnicas o movimento da saída do nado costas. A primeira delas SW 4.2 indica que a saída deve ser executada dentro d’água. A regra mais específica é a SW 6.1 que trata do agarre das mãos do nadador.

Na regra SW 4.2 na sua versão original em inglês:
SW 4.2 The start in Backstroke and Medley Relay races shall be from the water. At the referee’s first long whistle (SW 2.1.5), the swimmers shall immediately enter the water. At the Referee’s second long whistle the swimmers shall return without undue delay to the starting position (SW 6.1). When all swimmers have assumed their starting positions, the starter shall give the command “take your marks”. When all swimmers are stationary, the starter shall give the starting signal.

Esta regra apenas indica a distinção da saída de costas em relação aos outros nados, sem qualquer conflito com a discussão em questão.

Já na regra SW 6.1 em inglês:
SW 6.1 Prior to the starting signal, the swimmers shall line up in the water facing the starting end, with both hands holding the starting grips. Standing in or on the gutter or bending the toes over the lip of the gutter is prohibited. When using a backstroke ledge at the start, the toes of both feet must be in contact with the end wall or face of the touchpad. Bending the toes over the top of the touchpad is prohibited.

Aqui a coisa é mais específica. Fala da saída e da posição do atleta antes a partida, e especifica, “with both hands holding the starting grips”, ou seja, com as duas mãos colocadas no agarre do bloco.

Etiene Medeiros. Trofeu Maria Lenk no Fluminense Football Club, 06 de abril de 2015, Rio de Janeiro, Brasil. Foto: Satiro Sodre/SSPress

O árbitro FINA Jefferson Borges que vai representar o Brasil no Mundial Júnior deste ano, foi claro na interpretação proposta pela Best Swimming sobre o caso: “O movimento é irregular, a não ser que o bloco não tivesse o agarre para a saída de costas”. Ele cita a regra SW 6.1 como o motivo para considerar o movimento irregular.

A mesma interpretação teve outro árbitro FINA Marcelo Falcão. O pernambucano que vai representar a arbitragem brasileira no Mundial de Budapeste deste ano, vê o movimento como ilegal e cita a mesma regra para a justificativa. No caso de ser uma irregularidade cometida antes do início da prova, seria de responsabilidade do árbitro só dar a partida quando o atleta colocasse as duas mãos no agarre do bloco.

Veja o vídeo do movimento irregular:

Regulamentos, índices, programa, tudo pronto para o Maria Lenk 2017

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Troféu Maria Lenk 2017 é a única competição da temporada com regulamento, índices, programa, data e local definidos. Com a indefinição da atual situação da CBDA, a seletiva brasileira de formação para a Seleção que vai ao Mundial de Budapeste e ao Mundial Júnior de Indianápolis já está toda confirmada.

O local é o Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro, voltando a receber a principal competição do país depois de quatro anos. A data de 2 a 6 de maio, passando a competição a ter cinco dias de disputa, e não mais seis como foi até o ano passado. O programa de provas também mudou:

1a etapa
100 borboleta
400 livre
100 peito
Revezamento 4×50 livre

2a etapa
100 costas
200 medley
1500 livre feminino
800 livre masculino
Revezamento 4×200 livre

3a etapa
100 livre
50 peito
50 costas
200 borboleta

4a etapa
400 medley
200 livre
200 costas
50 borboleta
Revezamento 4×100 livre

5a etapa
200 peito
50 livre
800 livre feminino
1500 livre masculino
Revezamento 4×100 medley

Competição segue no mesmo formato, eliminatórias pela manhã, finais A e B na parte da tarde. Provas de revezamento com finais direta, oito melhores tempos nadando na final, o mesmo para as provas de fundo (800 e 1500 livre).

Veja aqui o regulamento completo da competição:
http://www.cbda.org.br/cbda/natacao/boletins/9380/regulamento-lvii-campeonato-brasileiro-absoluto-de-natacao

Inscrições devem ser feitas até 17 de abril. Para instruções de cortes:
http://www.cbda.org.br/cbda/natacao/boletins/9382/procedimento-para-os-cortes-de-inscricoes-para-o-lvii-campeonato-brasileiro-absoluto-de-natacao-trofeu-maria-lenk-copa

Programação da competição:
http://www.cbda.org.br/cbda/natacao/boletins/9381/programacao-lvii-campeonato-brasileiro-absoluto-de-natacao-ndash-trofeu-maria-lenk-ndash-taca-correios

Veja aqui a tabela de índices que foi alterada mais uma vez recentemente pela CBDA:
http://www.cbda.org.br/cbda/natacao/boletins/9374/tabela-de-indices-de-paricipacao-para-as-temporadas-2017-2018-em-piscinas-de-25-50-metros

João Gomes Jr. melhor resultado na abertura do Paraguaio: 1:00.92 nos 100 peito

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João Gomes Júnior foi o melhor resultado, não só dos brasileiros, mas da primeira etapa do Campeonato Paraguaio que começou na noite de quarta-feira em Assunção, no Paraguai. João faz parte de um grupo do Pinheiros que junto com atletas da ABDA e Unisanta, participam do certame que vai até sábado.

João Gomes venceu a prova dos 100 peito com 1:00.92, dois segundos a frente do segundo colocado, o paraguaio Renato Prono.

Resultados dos brasileiros no primeiro dia:
50 borboleta masculino
2o Felipe Messias 24.99
3o Glauber Silva 25.05
4o Carlos Eduardo Lemos 25.11

100 peito masculino
1o João Gomes Jr 1:00.92
3o Felipe Monni 1:03.45
4o Pedro Cardona 1:04.01

50 peito feminino
1o Jhennifer Conceição 31.99
2o Ana Carla Carvalho 32.94
3o Pamela Souza 34.12

200 costas masculino
1o Fábio Santi 2:03.43

200 livre masculino
1o Carlos Eduardo Lemos 1:57.62
2o Glauber Silva 2:02.36

Resultados completos:
ResultadosDia1

NCAA abre com marcas históricas em Indianápolis

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North Carolina State, uma das novas forças da natação universitária americana, foi a vencedora da prova que abriu o Campeonato Universitário da Divisão I Masculino de 2017 nesta quarta-feira em Indianápolis. Foi só uma prova, mas uma prova para lá de explosiva.

A equipe de North Carolina State bateu o recorde do NCAA, Texas, vice campeão da prova bateu o recorde americano e quatro marcas Top 10 da história das 200 jardas livres abrindo os revezamentos da prova de abertura.

O primeiro dos quatro dias de competição deu a única vitória para North Carolina State vencendo com 6:06.53 quebrando o antigo recorde de Michigan de 2014 que era de 6:09.85. Pela presença de dois nadadores estrangeiros na equipe, o recorde americano ficou para o Texas que chegou em segundo com 6:08.61 superando a marca que já era do Texas desde 2009 com 6:10.16.

Nas performances individuais, dois nadadores que abriram entraram para a história. Blake Pieroni nadando por Indiana que ficou em nono lugar fez 1:30.87, segundo melhor tempo das 200 jardas livre da história, perde apenas para o recorde de Townley Haas do Texas no ano passado com 1:30.46. Na quinta posição, a Southern California abriu com Dylan Carter marcando 1:30.95, terceiro melhor tempo da história.

O brasileiro João de Lucca perdeu três posições no ranking do Top 10 das 200 jardas livres, mas é o único que tem duas performances nas 10 melhores marcas da prova.

Veja a lista das 10 melhores 200 jardas livres da história:
1:30.46 – Townley Haas do Texas em 2016
1:30.87 – Blake Pieroni de Indiana em 2017
1:30.95 – Dylan Carter da Southern California em 2017
1:31.20 – Simon Burnett do Arizona em 2006
1:31.31 – Ricky Berens do Texas 1:31.31 em 2013
1:31.37 – Ryan Held de North Carolina State em 2017
1:31.51 – João de Lucca de Louisville em 2013
1:31.54 – Mattias Koski da Georgia em 2016
1:31.54 – Jack Conger do Texas em 2017
1:31.65 – João de Lucca de Louisville em 2013

Na prova de hoje, presença de um nadador brasileiro, Thomaz Martins, integrante do revezamento 4×200 livre da Arizona State ficou em 15o lugar com parcial de 1:34.56.

Veja o vídeo da prova:

Link para os resultados completos:
http://www.sidearmstats.com/ncaa/swimming/index.htm

Justiça afasta diretoria da CBDA e nomeia interventor

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A Juíza Titular da 25a Vara Cível do Rio de Janeiro Simone Gastesi Chevrand acolheu a ação impetrada pela Federação Aquática do Rio de Janeiro determinando intervenção na CBDA entendendo o fim do mandato de Coaracy Nunes e toda sua diretoria eleitos por quatro anos no dia 9 de março de 2013 por quatro anos e deveria deixar o cargo no último dia 9 de março de 2017. Segundo a ação, a CBDA estaria sendo dirigida de forma irregular pois o mandato de Coaracy já teria expirado há 13 dias.

De acordo com a decisão judicial, toda a diretoria da CBDA está afastada e a entidade será dirigida por um interventor até a realização das novas eleições pelo advogado carioca Gustavo Licks.

Veja aqui o documento completo da decisão judicial:
Decisão – FARJ v. CBDA

Pesquisador português em Manaus no mês de maio

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De 24 a 26 de maio, Manaus irá receber um dos mais destacados pesquisadores da natação mundial. É o português João Paulo Vilas-Boas, professor da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, Portugal, que irá apresentar uma discussão sobre o Movimento Olímpico, investigação, inovação, formação e multidisciplinaridade.

Vilas-Boas foi treinador de natação olímpico de Portugal nos Jogos de Sydney em 2000 e Atenas 2004, mas tem sido muito mais reconhecido pelo seu trabalho acadêmico em pesquisas biomecânicas e estudos da natação competitiva.

Na sua passagem por Manaus, João Paulo Vilas-Boas vai apresentar palestras e discussões aberta a treinadores, atletas, gestores, docentes, discentes e pesquisadores da região Norte do país.

Detalhes para inscrição serão conhecidos em breve. Enquanto isso veja a programação já confirmada:

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Os campeões olímpicos Rio 2016 – Parte 1: O melhor resultado no ciclo

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Ciclo olímpico, muito se fala sobre o tal “ciclo”, mas pouco se esclarece. Nos esportes aquáticos, os Jogos Olímpicos são a maior competição da perspectiva de qualquer atleta ao redor do planeta. Diferente do basquete que tem a NBA, ou o futebol e a Copa do Mundo, o tênis e o circuito Grand Slam, nos esportes aquáticos é a Olimpíada.

Rob Schumacher-USA TODAY Sports

Assim, comissões técnicas e multidisciplinares organizam seus programas em planejamento de quatro anos, onde os melhores resultados deverão acontecer na campanha olímpica. Primeiro na obtenção da classificação olímpica, seja através dos fortes índices estabelecidos pela FINA e COI nas 900 vagas disponíveis, seja nas fortes seletivas onde existem mais candidados do que vagas. Conquistada a vaga, os atletas agora deverão obter seus melhores resultados nos Jogos Olímpicos. 

A palavra “deverão” está marcada pois, nem sempre, o planejamento sai perfeito. Este artigo abre uma série de reportagens especiais que iremos fazer sempre em destaque para o que há de maior na disputa de nosso esporte, a medalha de ouro olímpica.

Esta série “Os campeões olímpicos Rio 2016” vai destacar as conquistas nas mais diferentes perspectivas apresentando detalhes e história de todos estes resultados. Abrindo a série, iremos destacar a busca do melhor tempo na final olímpica, o projeto que não deu certo para muitos, embora a medalha de ouro tenha sido conquistada. Confira:

O programa olímpico tem 26 provas individuais e 6 provas de revezamento, totalizando 32 provas no total. Tivemos a quebra de  6 recordes mundiais batidos no Rio 2016. Destes recordes, 5 em provas individuais, 1 em prova de revezamento. Destes 6 recordes, 5 em provas femininas e 1 em prova masculina.

Nas 32 provas disputadas no Rio 2016, consideramos os tempos alcançados desde setembro de 2012 até os Jogos, comparando as marcas e identificando se algum tempo mais baixo do que o ouro olímpico ocorreu neste período.

Richard Heathcote/Getty Images)

O melhor resultado veio nas provas de revezamento, em todas as seis, três de cada sexo, tiveram o melhor resultado do ciclo olímpico no Rio 2016. Destaque maior para a Austrália que ganhou o ouro no 4×100 livre feminino com novo recorde mundial. Porém, os time americanos campeão do 4×100 livre masculino com 3:09.92, no 4×200 livre masculino 7:00.66, no 4×100 medley masculino 3:27.95, no 4×200 livre feminino 7:43.03 e no 4×100 medley feminino 3:53.13 obtiveram as melhores marcas dos últimos quatro anos.

Nas provas individuais, entretanto, o resultado não foi este 100%. Longe disso, afinal em 15 das 26 provas resultados mais baixos foram obtidos durante o ciclo. Nas 11 vezes que o tempo do ouro olímpico foi o melhor tempo do ciclo, seis foram no masculino e cinco no feminino. Destas 11 medalhas de ouro, cinco delas com recorde mundial.

Provas onde o ouro olímpico foi o melhor resultado do ciclo olímpico:
400 livre masculino
100 costas masculino
100 peito masculino recorde mundial
100 borboleta masculino
200 medley masculino
400 medley masculino
200 livre feminino
400 livre feminino recorde mundial
800 livre feminino recorde mundial
100 borboleta feminino recorde mundial
400 medley feminino recorde mundial

Provas onde os vencedores fizeram tempos acima dos alcançados durante o ciclo 2012-2016:
50 livre masculino
100 livre masculino
200 livre masculino
1500 livre masculino
200 costas masculino
200 peito masculino
200 borboleta masculino
50 livre feminino
100 livre feminino
100 costas feminino
200 costas feminino
100 peito feminino
200 peito feminino
200 borboleta feminino
200 medley feminino

Dos 26 campeões olímpicos de 2016, apenas seis deles conseguiram melhores marcas nas suas provas durante o ciclo, comprovando a tese de que o campeão olímpico precisa estar na sua melhor forma para o seu melhor resultado.

Estes nadadores medalhistas de ouro que nadaram melhor durante o ciclo em relação as vitórias no Rio 2016: foram Sun Yang da China nos 200 livre, Gregorio Paltrinieri da Itália nos 1500 livre, Michael Phelps nos 200 borboleta, Rie Kaneto do Japão nos 200 peito, Mireia Belmonte da Espanha nos 200 borboleta e Katinka Hosszu da Hungria nos 200 medley.

A próxima estatística é mais negativa. Lista os nadadores que fizeram marcas suficiente para ser campeão olímpico durante o ciclo 2012-2016 em mais de uma oportunidade. Confira a lista dos “campeões olímpicos de fora de época”:
50 livre masculino – Florent Manaudou da França 4 vezes
200 costas masculino – Mitchell Larkin da Austrália 3 vezes
50 livre feminino – Cate Campbell da Austrália 4 vezes
50 livre feminino – Ranomi Kromowidjojo da Holanda 2 vezes
100 livre feminino – Cate Campbell da Austrália 6 vezes
100 livre feminino – Bronte Campbell da Austrália 2 vezes
100 livre feminino – Sarah Sjoestroem da Suécia 2 vezes
100 costas feminino – Emily Seebohm da Austrália 3 vezes
100 costas feminino – Missy Franklin dos Estados Unidos 2 vezes
200 costas feminino – Missy Franklin dos Estados Unidos 2 vezes
100 peito feminino – Ruta Meilutyte da Lituânia 3 vezes
200 peito feminino – Rikke Pedersen da Dinamarca 7 vezes
200 peito feminino – Yulia Efimova da Rússia 2 vezes

REUTERS/Michael Dalder

Veja prova a prova a situação na relação tempo vencedor e as marcas acontecidas durante o ciclo olímpico:

50 livre masculino – Vencedor Anthony Ervin 21.40
4 nadadores abaixo dos 21.40 durante o ciclo
7 resultados abaixo dos 21.40

Florent Manaudou da França 21.19 no Mundial 2015, 21.32 no Europeu 2014, 21.32 nas semifinais Rio 2016, 21.37 no Mundial 2013
Cesar Cielo do Brasil 21.32 no Mundial 2013
Bruno Fratus do Brasil 21.37 no Open 2015
Nathan Adrian dos Estados Unidos 21.37 no Mundial 2015

100 livre masculino – Vencedor Kyle Chalmers 47.58
2 nadadores abaixo dos 47.58 no ciclo
2 resultados abaixo dos 47.58

Cameron McEvoy da Austrália 47.04 no Australiano 2016
James Magnussen da Austrália 47.53 no Australiano 2013

200 livre masculino – Vencedor Sun Yang 1:44.65
2 nadadores abaixo dos 1:44.65 no ciclo
2 resultados abaixo dos 1:44.65

Yannick Agnel da França 1:44.20 no Mundial 2013
Sun Yang da China 1:44.47 no Chinês 2013

400 livre masculino – Mack Horton 3:41.55
Melhor marca no ciclo

1500 livre masculino – Gregorio Paltrinieri 14:34.57
1 nadador abaixo dos 14:34.57 no ciclo
1 resultado abaixo dos 14:34.57

Gregorio Paltrinieri da Itália 14:34.04 no Europeu 2016

100 costas masculino – Ryan Murphy 51.97
Melhor marca no ciclo

200 costas masculino – Ryan Murphy 1:53.62
2 nadadores abaixo dos 1:53.62 no ciclo
4 resultados abaixo dos 1:53.62

Mitchell Larkin da Austrália 1:53.17 na Copa do Mundo Dubai 2015 , 1:53.34 na Copa do Mundo Tóquio 2015, 1:53.58 no Mundial 2015
Ryosuke Irie do Japão 1:53.26 nos Jogos da Ásia 2014

100 peito masculino – Adam Peaty 57.13 recorde mundial
Melhor marca no ciclo

200 peito masculino – Dmitry Balandin 2:07.46
5 nadadores abaixo dos 2:07.46 no ciclo
5 resultados abaixo dos 2:07.46

Akihiro Yamaguchi do Japão 2:07.01 nos Campeonato Japonês 2012 (recorde mundial)
Josh Prenot dos Estados Unidos 2:07.17 no Olympic Trials 2016
Ippei Watanabe do Japão 2:07.22 nas semifinais Rio 2016
Daniel Gyurta da Hungria 2:07.23 no Mundial 2013
Ross Murdoch da Grã-Bretanha 2:07.30 no Commonwealth 2014

100 borboleta masculino – Joseph Schooling 50.39
Melhor marca no ciclo

200 borboleta masculino – Michael Phelps 1:53.36
2 nadadores abaixo dos 1:53.36 no ciclo
2 resultados abaixo dos 1:53.36

Laszlo Cseh da Hungria 1:52.91 no Europeu 2016
Michael Phelps dos Estados Unidos 1:52.94 no Campeonato Americano 2015

200 medley masculino – Michael Phelps 1:54.66
Melhor marca no ciclo

400 medley masculino – Kosuke Hagino 4:06.05
Melhor marca no ciclo

50 livre feminino – Pernille Blume 24.07
4 nadadoras abaixo dos 24.07 no ciclo
8 resultados abaixo dos 24.07

Cate Campbell da Austrália 23.84 no Seletiva Olímpica 2016, 23.96 no Pan Pacs 2014, 24.00 no Commonwealth 2014, 24.04 no Grand Prix Brisbane 2016
Fran Halsall da Grã-Btetanha 23.96 no Commonwealth 2014
Sarah Sjoestroem da Suécia 23.98 no Campeonato Sueco 2014
Ranomi Kromowidjojo da Holanda 24.05 no Mundial 2013, 24.07 no Europeu 2016

100 livre feminino – Penny Oleksiak e Simone Manuel 52.70
4 nadadoras abaixo dos 52.70 no ciclo
12 resultados abaixo dos 52.70

Cate Campbell da Austrália 52.06 no Grand Prix 2016, 52.33 no Mundial 2013, 52.34 no Mundial 2013, 52.38 na Seletiva Olímpica 2016, 52.62, 52.68 no Campeonato Australiano 2014, 52.68 no Commonwealth 2014
Bronte Campbell da Austrália 52.52 no Mundial 2015, 52.58 na Seletiva Olímpica 2016
Sarah Sjoestroem da Suécia 52.67 no Europeu 2014, 52.70 no Mundial 2015
Femke Heemskerk da Holanda 52.69 na Eindhoven Cup 2016

200 livre feminino – Katie Ledecky 1:53.73
Melhor tempo no ciclo

400 livre feminino – Katie Ledecky 3:56.46 recorde mundial
Melhor tempo no ciclo

800 livre feminino – Katie Ledecky 8:04.79 recorde mundial
Melhor tempo no ciclo

100 costas feminino – Katinka Hosszu 58.45
2 nadadoras abaixo dos 58.45 no ciclo
5 resultados abaixo dos 58.45

Emily Seebohm da Austrália 58.26 no Mundial 2015, 58.34 na Copa do Mundo Doha 2015, 58.37 na Copa do Mundo Tóquio 2015
Missy Franklin dos Estados Unidos 58.39 no Mundial 2013, 58.42 no Mundial 2013

200 costas feminino – Maya Dirado 2:05.99
2 nadadoras abaixo dos 2:05.99 no ciclo
3 resultados abaixo dos 2:05.99

Missy Franklin dos Estados Unidos 2:0476 no Mundial 2013, 2:05.68 no GrandPrix Indy 2013
Emily Seebohm da Austrália 2:05.81 no Mundial 2015

100 peito feminino – Lilly King 1:04.93
1 nadadora abaixo dos 1:04.93 no ciclo
3 resultados abaixo dos 1:04.93

Ruta Meilutyte da Lituânia 1:04.35 no Mundial 2013, 1:04.42 no Mundial 2013, 1:04.52 no Mundial 2013

200 peito feminino – Rie Kaneto 2:20.30
4 nadadoras abaixo dos 2:20.30 no ciclo
11 resultados abaixo dos 2:20.30

Rikke Pedersen da Dinamarca 2:19.11 no Mundial 2013, 2:19.61 na Copa Eindhoven 2014, 2:19.67 no Mare Nostrum Canet 2014, 2:19.84 no Europeu 2014, 2:19.94 no Campeonato Dinanarquês 2014, 2:20.08 no Mundial 2013, 2:20.53 no Campeonato Dinamarquês 2013
Yulia Efimova da Rússia 2:19.41 no Mundial 2013, 2:19.85 no Mundial 2013
Viktoria Gunes da Turquia 2:19.64 no Mundial Júnior 2015
Rie Kaneto do Japão 2:19.65 no Campeonato Japonês 2016

100 borboleta feminino – Sarah Sjoestroem 55.48 recorde mundial
Melhor marca no ciclo

200 borboleta feminino – Mireia Belmonte 2:04.85
3 nadadoras abaixo dos 2:04.85 no ciclo
3 resultados abaixo dos 2:04.85

Liuyang Jiao da China 2:04.54 no Campeonato Chinês 2014
Zige Liu da China 2:04.59 no Mundial 2013
Mireia Belmonte da Espanha 2:04.78 no Mundial 2013

200 medley feminino – Katinka Hosszu 2:06.58
1 nadadora abaixo dos 2:06.58 no ciclo
1 resultado abaixo dos 2:06.58

Katinka Hosszu da Hungria 2:06.12 no Mundial 2015

400 medley feminino – Katinka Hosszu 4:26.36 recorde mundial
Melhor marca no ciclo

2008, o último título por equipes do NCAA com um brasileiro na equipe

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O ano de 2008 jamais vai ser esquecido pela Universidade do Arizona. Foi uma temporada perfeita. A Universidade nunca havia sido campeã do NCAA e de uma só vez, venceu o feminino e o masculino na semana seguinte.

Frank Busch, atual Head Coach da Seleção Americana, era o treinador de uma equipe muito forte que tinha o brasileiro Nicolas Oliveira entre os 15 nadadores campeões daquela temporada. Era uma verdadeira legião estrangeira que venceu cinco provas, três de revezamento, duas delas com presença de Nicolas, um dos capitães da equipe naquele ano.

Cesar Cielo foi o grande nome daquela competição em Federal Way, no Estado de Washington. Venceu suas provas individuais, todas com recordes e se tornou no primeiro homem a quebrar a barreira dos 41 segundos nas 100 jardas livre. Cielo era a maior estrela de Auburn, então, penta campeã do NCAA. Mesmo com todos os pontos e performances de Cielo, Auburn ficou longe do título, terminou em quinto lugar.

Na última prova do programa, o revezamento 4×100 jardas livre, Cielo abriu para Auburn, Nicolas foi o terceiro da equipe do Arizona. No final, vitória do Arizona, garantindo o título da prova e da competição com 94 pontos de vantagem sobre o Texas, vice campeão.

Veja a prova do 4×100 livre que fechou a competição 

Nicolas também esteve no revezamento 4×200 livre, este não só campeão nacional, mas bi campeão do NCAA. Ele relembra com carinho de todas aquelas emoções vividas: “Uma das competicoes mais eletrizantes que ja competi, uma energia sem igual. uma verdadeira panela de pressão. Uma energia totalmente diferente das competiçõess que participei durante os meus mais de 10 anos de Seleção Brasileira. Lembranças que eu adoraria ter tido a oportunidade de ter vivido mais tempos”.

Um detalhe chamava a atenção naquele timaço de 2008 do Arizona. O número de nadadores estrangeiros na equipe era muito maior do que o número de americanos. A equipe até vestiu uma camisa um tanto controversa, onde apareciam as diversas bandeiras envolvidas no símbolo do Arizona. Nas costas da camisa, uma frase que resumia o espírito de que Arizona era uma só nação, de diferentes países, raças, mas com um só espírito.

Nicolas destaca o que fazia esta diferença: ” TEAM!! its about the Team, entre os titulos já conquistados o mais marcante fica com a conquista por equipes. Os 4 anos que passei disputando a liga me ensinaram muito do que sei a respeito de espírito de equipe, união e o desejo constante de honrar meus companheiros de equipe com meu esforço”.

Os americanos fazem muito bem a disputa por equipes desde a formação na natação escolar (high school) e atingem o máximo com a natação universitária (NCAA). O sistema é tão motivante, tão envolvente, que atletas viram verdadeiros símbolos da escola, identificados e marcados para o resto de suas vidas. Uma das grandes virtudes de todo este sistema tem sido fazer da natação um esporte coletivo e não individual como é praticada e tratada ao redor do planeta.

O capitão Nicolas Oliveira e seus companheiros e companheiras de Arizona meses depois da conquista foram recepcionados na Casa Branca pelo Presidente Barak Obama. Tradição de anos, onde os campeões do NCAA tem o privilégio de visitar o Presidente dos Estados Unidos.

CBDA abre eleição para Comissão Nacional de Atletas

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Atendendo a decisão judicial, a CBDA anunciou hoje em seu website o início da votação para a escolha dos atletas que irão representar suas respectivas modalidades na Comissão Nacional de Atletas da entidade. Anteriormente, o Presidente Coaracy Nunes havia indicado cinco nadadores não seguindo a orientação do que determina a Lei Pelé. Um ação na justiça movida por três atletas protestava pela ilegalidade do ato o que acabou causando a suspensão das eleições da CBDA marcadas para o último dia 18 de março.

Através do comunicado no site da CBDA, estão abertos os votos de foram direta e todos os atletas dos esportes aquáticos podem votar indicando suas datas de nascimento e número de CPF além de atender as seguintes condições:
1. ser maior de 18 anos de idade
2. estar com o cadastro renovado para 2016 ou 2017
3. anexar documento de identidade no processo de votação

Veja a postagem publicada pela CBDA em seu site:

Começa hoje (terça, 21/3), a eleição para a Comissão Nacional de Atletas da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, que escolherá cinco atletas, o mais votado de cada modalidade administrada pela CBDA: natação, polo aquático, nado sincronizado, saltos ornamentais e maratonas aquáticas (águas abertas). A eleição vai até o dia 4 de abril. Veja aqui.

Os atletas votados para o Conselho Técnico de suas modalidades serão auditores desta nova eleição. São eles: Leonardo de Deus (natação), Rudá Franco (polo aquático), Maria Clara Lobo Coutinho (nado sincronizado), Allan do Carmo (maratonas aquáticas) e Tammy Galera e Jackson Rondinelli (que empataram pelos Saltos Ornamentais).

A eleição para a Comissão Nacional de Atletas obedece a Seção III do Estatuto da CBDA, conforme decisão judicial.
Artigo 53 – A Comissão Nacional de Atletas será integrada por atletas com a atribuição de sugerir, opinar e assessorar a Diretoria da CBDA nos assuntos de desportos aquáticos, inclusive no âmbito dos órgãos e conselhos técnicos incumbidos da aprovação de regulamentos das competições por elas eventualmente organizadas.
Artigo 54 – A Comissão de Atletas será constituída por 05 membros filiados à CBDA, sendo 1 representante da natação, 1 do polo aquático, 1 da natação sincronizada, 1 dos saltos ornamentais, e 1 de águas abertas.

Parágrafo Primeiro: o Presidente da Comissão Nacional de Atletas terá direito a voto nas Assembleias da CBDA, conforme artigo 23.

Parágrafo Segundo: As normas e recomendações emanadas da Comissão Nacional de Atletas serão submetidas pelos Supervisores à apreciação da Diretoria, para o fim dos atos normativos.

A eleição
Para votar será necessário: 1 – o número de registro na CBDA; 2 – a data de nascimento cadastrada no sistema; 3 – um email válido (será necessário confirma-lo); 4 – o Cpf cadastrado no sistema (o atleta que não tiver cpf cadastrado terá que procurar sua federação estadual para atualizar os dados); 5 – uma cópia do documento de identidade que deverá ser anexada online no processo; 6 – ter renovado em 2016 ou 2017; 7 – e ser maior de 18 anos.

Link para o site da CBDA onde trata do assunto:

http://www.cbda.org.br/cbda/geral/noticias/17906/eleicao-para-a-comissao-nacional-de-atletas

As chances e os palpites da Best Swimming para os brazucas no NCAA

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Vinicius Lanza e Rodrigo Correia são nossos representantes a partir de amanhã em Indianápolis na disputa do NCAA 2016/2017. Lanza nada por Indiana e faz seu segundo NCAA, está em três provas individuais e mais dois revezamentos. Correia, faz sua estreia na competição, nada pela Georgia Tech e além de seu tradicional 100 costas, ainda vai nadar os 100 livre e 200 medley. Confira abaixo as chances e os palpites da Best Swimming para a participação brasileira;

Vinicius Lanza
100 borboleta
Balizado com 7o tempo 45.07
Palpite Best Swimming:
Chance de medalha, mas precisa nadar na casa dos 44 segundos.

200 borboleta
Balizado com 7o tempo 1:40.97
Palpite Best Swimming:
Chega a final, para medalha tem de baixar mais de um segundo na sua melhor marca pessoal.

200 medley
Balizado com 5o tempo 1:41.59
Palpite Best Swimming:
Chega a final, para medalha tem de baixar mais de um segundo na sua melhor marca pessoal.

Revezamento 4×50 medley
Indiana balizado com 7o tempo
Palpite Best Swimming:
Equipe chega a final.

Revezamento 4×100 medley
Indiana balizado com 1o tempo
Palpite Best Swimming:
Equipe chega a final e briga pelo pódio.

Rodrigo Correia
100 costas
Balizado com 14o tempo 45.65
Palpite Best Swimming:
Briga por uma vaga na final. Nadou apenas uma vez na casa dos 45 segundos, vai ter de repetir ou melhorar a marca nas eliminatórias para conseguir isso.

100 livre
Balizado com 47o tempo 43.23
Palpite Best Swimming:
Sem chances.

200 medley
Balizado com 56o tempo 1:46.19
Palpite Best Swimming:
Sem chances.

Todos os links para acompanhar o NCAA 2017

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Confira abaixo todos os links para acompanhar os quatro dias de competição do Campeonato Americano Universitário da Divisão I Masculino do NCAA:

Resultados do NCAA 2016:
http://www.swmeets.com/Realtime/NCAA/2016/

Start list da competição:
startlist

Link para os resultados em real time:
http://www.sidearmstats.com/ncaa/swimming/index.htm.

Competição será transmitida na internet nos três primeiros dias:
http://iupuijags.com/watch/?Live=483&type=Live

Como chegam os dois brazucas no NCAA 2016/2017:
http://www.bestswim.com.br/2017/03/12/como-chegam-vinicius-lanza-e-rodrigo-correia-no-ncaa-2017/

2 brazucas (ou 4?) no NCAA a partir de amanhã em Indianápolis

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Começa amanhã, de quarta até sábado, o Campeonato Americano Universitário da Divisão I do NCAA, presença de 235 nadadores de 50 universidades. A competição é no Complexo IUPUI, um dos mais tradicionais da natação americana, em Indianápolis e que vai ser sede da seletiva dos Estados Unidos para o Mundial de Budapeste em julho além do Mundial Júnior em agosto.

Na água, Texas, o atual campeão é o maior favorito e entre inúmeras estrelas que estiveram nos Jogos Olímpicos do Rio 2016, dois nadadores brasileiros da nova geração. Vinicius Lanza competindo por Indiana e Rodrigo Correia pela Georgia Tech são nossos representantes na competição mais disputada da natação universitária mundial.

Ambos estão na sua segunda temporada universitária americana e Lanza nada seu segundo NCAA enquanto Correia faz a sua estreia no NCAA. Companheiros de Minas Tênis Clube chegaram aos Estados Unidos pela Dream Big Club, agência de assistência para nadadores irem estudar e treinar na América e de propriedade dos atletas olímpicos Nicolas Oliveira e Henrique Barbosa.

Os dois, Henrique e Nicolas, também estão em Indianápolis. Irão acompanhar o desempenho de dois de seus contratados que representam a natação brasileira no NCAA deste ano. É a volta de dois nadadores que fizeram sucesso no Campeonato Universitário Americano.

Henrique nadando pela California foi campeão do NCAA em 2006 vencendo as provas de 100 e 200 peito. Nicolas Oliveira foi atleta da Universidade do Arizona e campeão do NCAA duas vezes no revezamento 4×200 livre em 2007 e 2008. No ano de 2008, foi o último brasileiro campeão por equipes da competição o que lhe deu o direito de visitar a Casa Branca onde conheceu o Presidente Barak Obama.

A volta dos dois ao NCAA para acompanhar os seus “pupilos” é marcada por nostalgia e emoção. A Best Swimmimng estará cobrindo diariamente os detalhes, resultados e destaques do NCAA 2016/2017.

Copa Brasil de Águas Abertas:Luiz Lima como sempre, Alessandra Pereira a vencedora inédita

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Na quarta temporada da Copa Brasil de Águas Abertas, Luiz Lima, Secretário Nacional de Esportes, ainda segue sua senda de vitórias se configurando no maior vencedor desde a criação do circuito em 2014. Na prova de abertura em Porto Belo, Santa Catarina, no domingo, Luiz venceu com 1:01.44.00 colocando 38 segundos de vantagem sobre Kassius Prestes, segundo colocado.

No feminino, uma vitória tranquila e inédita para Alesandra Pereira, nadadora júnior da equipe de São Bento, Santa Catarina, com 1:09.04.00, quatro minutos a frente de Sophie Monginet do Circulo Militar.

Na briga dos clubes, o Circulo Militar de São Paulo foi o clube vencedor da etapa com 668 pontos deixando o Gladiadores, atual tri campeão nacional em segundo com 506 pontos e o Clube Curitibano em terceiro com 352 pontos.

Top 10 classe aberta das duas provas:
Feminino
1o Alessandra Pereira do São Bento 1:09.04.00
2o Sophie Monginet do Circulo Militar 1:13.11.00
3o Mabilia Gomes Feliciio do Circulo Militar 1:13.49.00
4o Kamila Hirota Costa do Esperia 1:15.56.00
5o Victoria Morgana Silva do Yacht Clube da Bahia 1:16.02.00
6o Isadora Pochini do Circulo Militar 1:16.04.00
7o Carolina Moretti Ieraldi do Circulo Militar 1:16.08.00
8o Joana Muchau do São Bento 1:16.64.00
9o Marilia Cato de Oliveira da AJINC 1:17.43.00
10o Marina Centeno Pereira do Circulo Militar 1:18.27.00

Masculino
1o Luiz Lima do Gladiadores 1:01.44.00
2o Kassius Prestes do Caixeiros 1:02.22.00
3o Carolos Henrique Rosa do Navegantes 1:02.29.00
4o Douglas Rohrbacher do São Bento 1:02.37.00
5o Bruno Ciampi do Iate 1:03.40.00
6o Bruno Yamamoto do Circulo Militar 1:03.44.00
7o Flavio Monteiro do Sinpol 1:04.57.00
8o Bruno Avelino Oliveira da ATN Tubarão
9o Jardiel Luquine da Silva Yacht Clube 1:05.06.00
10o Fernando Kuniy do Circulo Militar 1:05.07.00

Link para os resultados completos:
http://www.cbdaweb.org.br/cbda/maratonas/evento/374/

Diogo Villarinho e Ana Marcela Cunha, os campeões de Porto Belo – SC

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Dois nadadores que estiveram na Seleção Brasileira participando da Copa do Mundo de Abu Dhabi na semana passada foram os vencedores da prova de abertura do calendário de águas abertas no Brasil. Diogo Villarinho do Minas e Ana Marcela Cunha da Unisanta foram os vencedores da prova de 5 quilômetros disputada no domingo em Porto Belo, Santa Catarina. Ainda sem calendário definido e aprovado, a temporada deve ter sete provas repetindo o que aconteceu no ano passado. Isso ainda se mantém indefinido, assim como a assembleia da CBDA, os regulamentos, o calendário, e principalmente, o novo presidente da entidade.

Diogo Villarinho conseguiu a vitória com sete segundos de vantagem sobre Fernando Ponte do União. Na sexta-feira, dois dias antes da prova em Porto Belo, Diogo participou do Metropolitano em Belo Horizonte e fez 15:40.82, nove segundos acima da sua melhor marca. Dois dias depois, vencia sua primeira etapa de Campeonato Brasileiro.

No feminino, Ana Marcela Cunha venceu com dois segundos sobre Betina Lorscheitter e outros dois sobre Viviane Jungblut. Fez sua estreia na modalidade Joanna Maranhão, agora representando a Unisanta, chegando na quarta colocação. A prova feminina foi mais equilibrada do que entre os homens. Dez segundos separaram as seis primeiras colocadas da prova. A contar com Poliana Okimoto, ausente em Porto Belo fazendo um treinamento de altitude em Flagstaff, nos Estados Unidos, grande expectativa para a segunda etapa do Brasileiro em maio, em Foz do Iguaçu, no Paraná.

Masculino
1o Diogo Villarinho do Minas 57.29.00
2o Fernando Ponte do União 57.36.00
3o Victor Hugo Ribeiro Colonese da Unisanta 57.37.00
4o Alexandre Finco do União 57.40.00
5o Luiz Gustavo Barros do União 57.42.00
6o Elder Luna de Oliveira do Curitibano 57.44.00
7o Matheus da Silva do Curitibano 57.52.00
8o Matheus Evangelista do União 58.02.00
9o Alexandre Spiess do União 58.06.00
10o Henrique Ferreira Figueirinha do Esperia 58.20.00

Feminino
1o Ana Marcela Cunha da Unisanta 1:00.53.00
2o Betina Lorscheitter do União 1:00.55.00
3o Viviane Jungblut do União 1:00.57.00
4o Joanna Maranhão da Unisanta 1:00.59.00
5o Gabriela Cordeiro Ferreira do União 1:01.00
6o Carolina Bilich da Unisanta 1:01.03.00
7o Majda Chebaraka do Iate de Brasília 1:03.13.00
8o Marina Amorim do União 1:03.20.00
9o Camila Poso Tribst do Curitibano 1:03.50.00
10o Larissa Emerich do Curitibano 1:05.08.00

Veja os resultados completos aqui:
http://www.cbdaweb.org.br/cbda/maratonas/evento/373/

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