10 razões para não perder o Troféu Brasil 2018

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FABIOLA MOLINA

A expectativa é grande. Principal competição do país, o Troféu Brasil de Natação começa amanhã no melhor complexo aquático e nas melhores condições. Confira aqui 10 razões para você não perder esta grande competição:

10) Sharon van Rouwendaal


A holandesa campeã olímpica dos 10 quilômetros no Rio 2016 volta ao Brasil para competir. Ela tem vindo com frequência para visitar sua irmã que mora em São Paulo, porém, desta vez é para competir. Representa a Unisanta, ficou em segundo na prova de águas abertas ontem na praia de Copacabana e vai mostrar sua versatilidade nas provas de 400 e 800 metros nado livre e os 200 metros borboleta. É uma simpatia em pessoa e já garantiu que volta no Finkel em agosto.

9) Ruta Meilutyte


A jovem campeã olímpica dos 100 metros peito em Londres 2012 foi uma surpresa. Desde então, Ruta Meilutyte se transformou na primeira (e única) campeã de tudo da história de nosso esporte. É a única nadadora campeã olímpica e campeã olímpica da juventude, campeã mundial de piscina longa e piscina curta, campeã mundial júnior, campeão europeia de longa e de curta. Volta ao Rio pela terceira vez. Veio num training camp pré-Olimpíada, depois na Rio 2016 onde chegou a final, mas ficou longe do pódio em sétimo lugar. Depois disso mudou de treinador mais de uma vez. Atualmente está treinando com Dave Salo no Trojan Swim Club em Los Angeles, nos Estados Unidos. Vai representar o Flamengo no Troféu Brasil.

8) TVCBDA e SporTV


Competição vai ter uma cobertura para ninguém reclamar. A TVCBDA vai transmitir todas as etapas eliminatórias e finais. O SporTV transmite as finais de quinta, sexta e sábado. A programação será no SporTV3 a partir das 18 horas.

7) Emoções nas eliminatórias e finais

Trofeu Maria Lenk. Parque Aquatico Maria Lenk. 02 de Maio de 2017, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

Nunca tivemos um certame assim. Não pelas três seleções em disputa (Pan Pacífico, Sul-Americano Absoluto e Jogos Olímpicos da Juventude), mas pelo formato da competição. Vamos ter muita gente nadando forte pela manhã na briga pelos Jogos Olímpicos da Juventude, e nas finais onde valem as vagas da equipe principal. Esta competitividade será muito positiva para o evento onde todas as provas vão valer muito.

6) Brandonn Almeida


Brandonn Almeida esteve no Open em dezembro. Não estava descansado e mesmo assim conseguiu levar os 400 medley. Finalista do Mundial de Budapeste, Brandonn é uma de nossas esperanças para Tóquio 2020. Depois de um longo período de espera e expectativa, finalmente conseguiu se tornar elegível as vésperas do NCAA pela Universidade de South Carolina, onde está estudando e treinando. Esta será a primeira competição de Brandonn em piscina longa em que vem preparado para fazer o seu melhor desde que deixou o Brasil.

5) 100 metros costas feminino


Esta prova tem um significado especial. O título parece ser das estrangeiras onde a holandesa Kyra Toussaint contratada pelo Minas é a favorita contra a argentina Andrea Berrino da Unisanta. Porém, a disputa tem um caráter importantíssimo para o Brasil. Na ausência de Etiene Medeiros, que cada vez mais demonstra menos interesse na prova, tem um nova geração de atletas subindo e todas disputando vaga para os Jogos Olímpicos da Juventude: Fernanda Goeij do Curitibano, Fernanda Celidónio da ASBAC Aquanaii, Alexia Assunção do Fluminense, Maria Luiza Pessanha do Pinheiros e Ana Giulia Zortea também do Pinheiros.

4) Guilherme Costa


Ninguém tem batido tantos recordes sul-americanos na natação atual. O Cachorrão estreia pelo Pinheiros, mas segue treinando com Rogério Karfunkelstein no Rio de Janeiro. Ano passado foram cinco recordes do continente, este ano já bateu a marca dos 800 metros nado livre. Guilherme nada as provas de 200, 400, 800 e 1500 metros nado livre. Sinal de alerta de recorde ligado!

3) Vinicius Lanza


Melhor nadador do Brasil no NCAA deste ano, aliás, nos últimos três anos. Vinicius Lanza precisa provar no Troféu Brasil deste ano todo o potencial que mostrou nas piscinas de jardas. O atleta de Indiana/Minas Tênis Clube tem tudo para mostrar o quanto foi injusto terem deixado ele de fora do Mundial de Budapeste no ano passado.

2) A briga do 4×100 metros nado livre


A prova de maior interesse na natação brasileira atual. Valem quatro vagas para o Pan Pacífico e até mesmo para os Jogos Olímpicos da Juventude onde uma briga fortíssima garante pelo menos duas das quatro vagas em disputa. O Brasil olha como nunca para este 4×100 livre extremamente potencializado pela prata do Mundial de Budapeste. Vai ser a primeira vez que nadar para 48 pode não ser o suficiente para entrar na equipe.

1) Bruno Fratus


Nosso melhor nadador do ano passado, duas pratas no Mundial de Budapeste, escolhido o melhor da natação no Prêmio Brasil Olímpico e vencedor do Troféu Best Swimming. Vai ser a primeira vez que Fratus compete oficialmente no Brasil desde a campanha do Mundial. Ele esteve no Raia Rápida, mas nem nadou o Finkel, nem o Open. Desde então, Fratus se mudou para Coral Springs, na Flórida. Faz o programa do australiano Brett Hawke aplicado pela esposa e agora também treinadora Michelle Lenhardt.

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