Assista à Mesa Redonda sobre situação dos esportes aquáticos, direto de Brasília

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Confira a transmissão ao vivo – ou em reprise, que está disponível instantaneamente – da “Mesa Redonda sobre situação dos esportes aquáticos” que ocorre hoje, dia 18 de abril, em Brasília, com diversos representantes dos esportes aquáticos nacional. É um marco para os esportes aquáticos que pela primeira vez na história tem um debate entre diferentes posições e opiniões no Congresso Nacional. A iniciativa para o debate é do deputado Arnaldo Jordy.

Assista ao vídeo do Secretário Nacional de Alto Rendimento, Luiz Lima:

3 Comentários

  1. CRIANÇAS NA ÁGUA

    O Dr. Miguel Cagnoni, ex-presidente da Federação Paulista de Natação durante vinte e dois anos, é adepto fervoroso daquele antigo pensamento:
    “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”
    O Professor Eduardo Carrero é o maestro dos esportes do SESI em São Paulo e fiel seguidor do pensamento que norteia o Dr. Miguel Cagnoni.
    O Dr. Miguel lançou as bases da sua gestão em dois princípios:
    a- Crianças na água
    b- Transparência dos resultados
    Meu estimado Miguel, creio que você é candidato, sem voto para a vitória, com uma frase que ficaria muito bem para presidente de clube ou de federação. Escolinha, mirins e petizes, juvenis, são grupos de idade a serem administrados pelos clubes e federações. A Confederação toma conta da Seleção Nacional. Entendeu? Todos os gestores que passam 22 anos mandando em uma federação, tornam-se míopes, ou cegos, para a evolução que está passando ao seu lado. Sai dessa, Miguel! São Paulo é um desastre naquilo que você prescreve e sobrevive das cantadas em nadadores dos outros estados da Federação para dar vida à sua seleção e representação. Criança não vai às Olimpíadas e transparência é obrigação.
    Miguel, você seria, se voto tivesse, o presidente da CBDA, a confederação de desportos aquáticos de um país de 250 milhões de habitantes. Você está em uma campanha que brada a derrota a cada reunião. Saia da campanha durante as Mesas Redondas para a discussão sobre a natação. O ex-presidente, por não ouvir seus colegas de campanha, continuou por mais vinte e cinco anos, e deu no que deu. Miguel, não esqueça que você já está há 22 anos no mesmo caminho percorrido pela CBDA e nada de novo aconteceu no estado que mais rouba atletas das outras cidades do Brasil.
    Os estados derrotados em 2017 estão com o discurso da derrota totalmente consolidado e passaram a cortejar o Interventor, na certeza de que, sendo ele o Papa Doc das águas, vocês continuarão mandando.
    O Eduardo Carrero, do SESI-Sp, é o administrador da maior lâmina d’água do Brasil, com infindáveis recursos e profissionais escolhidos a dedo, regiamente pagos. Qual o resultado do SESI-Sp? Digam? O mundo vai ficar surpreso com os recursos aplicados e os metros quadrados e cúbicos de água à disposição do SESI-Sp.
    Parem de comer bucho e arrotar caviar.
    Rio, São Paulo, Minas e outros, estão muito longe de fazer uma natação para representar essas 250 milhões de pessoas que respiram o Brasil olímpico a cada segundo.
    Os grandes estados continuam excelentes em cantar os craques que aparecem em todo o Brasil, para logo após a cantada e a deixada em repúblicas (depósito de atletas), transformarem-nos em máquinas de fazer pontos para diretores de clubes incapazes e inescrupulosos.
    O Coaracy finalmente encerrou o seu interminável mandato, muito diferente daquele que começou e logo se meteu na camisa- de-força tricolor. Havelange, Dr. Dinard, Ruben Márcio, Coaracy e a pá-de-cal Ricardo de Moura. Os craques, a juíza e os dirigentes da oposição já fizeram o que deveriam, agora, é hora de Eleição. Ditador, Papa Doc, Bonzinho que obedece, de novo, jamais. Miguel, Carrero, Pussieldi, Jucá, não esqueçam e nem se enganem, vocês são si-tu-a-ção.
    “Eleição ou oposição será a nossa oração”

    Roberto Caminha Filho, economista, ex-dirigente da natação amazonense, não engana gerações, não cheira ditadores e só respira ares democráticos.

    • A diretoria que está afastada não era pra estar mais aí a 20 anos.
      Mas na minha opinião (se vencer a oposição) vai ser a troca do 3 pelo meia-dúzia.

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